Num dos poucos jornais com tiragem hoje, o Diário de Notícias, vem um artigo sobre os hábitos de consumo dos portugueses no Natal em termos de alimentação. Concluí-se ali que aumentou em cerca de 50% o número de refeições natalícias adquiridas em hipermercados.
Por aqui também nos rendemos à compra dos sonhos, das filhoses e das rabanadas em detrimento da confecção em casa. Gosto muito, muito de cozinhar e a tarde do dia 24 é passada na cozinha a fazer bolos e biscoitos com as Minis, mas confesso que não tenho paciência para estar em frente da frigideira. Detesto o cheiro a fritos e se na pastelaria que frequento fazem essas iguarias de uma forma que agrada aqui em casa, não vejo porque me sacrificar ou sacrificar a avó. Preferimos passear e dedicar apenas uma tarde à cozinha.
Devo confessar que também não sou fã dos doces de Natal, com excepção da aletria e essa faço-a. Os outros, prefiro que terceiros os façam enquanto aproveitamos o tempo para brincar e passear!
Que mentiras dizia em criança?
Há 6 horas















