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Sinais dos tempos...

Num dos poucos jornais com tiragem hoje, o Diário de Notícias, vem um artigo sobre os hábitos de consumo dos portugueses no Natal em termos de alimentação. Concluí-se ali que aumentou em cerca de 50% o número de refeições natalícias adquiridas em hipermercados.
Por aqui também nos rendemos à compra dos sonhos, das filhoses e das rabanadas em detrimento da confecção em casa.  Gosto muito, muito de cozinhar e a tarde do dia 24 é passada na cozinha a fazer bolos e biscoitos com as Minis, mas confesso que não tenho paciência para estar em frente da frigideira. Detesto o cheiro a fritos e se na pastelaria que frequento fazem essas iguarias de uma forma que agrada aqui em casa, não vejo porque me sacrificar ou sacrificar a avó. Preferimos passear e dedicar apenas uma tarde à cozinha.
Devo confessar que também não sou fã dos doces de Natal, com excepção da aletria e essa faço-a.  Os outros, prefiro que terceiros os façam enquanto aproveitamos o tempo para brincar e passear!


E, é isto...

Porque precisamos de ter o nosso coração quentinho e em paz para receber o menino, é época de guardar as mágoas, os mal-entendidos e o enchermos daquela felicidade que apenas vem quando fazemos os outros felizes. E não só aqueles que amamos, mas, sobretudo aqueles que nos são indiferentes ou de quem não gostamos tanto. O Natal tem de acontecer no 💖
Feliz Natal a todos os meus amigos. E...pensem nisto: Não há Natal sem que nasça o Menino Jesus em nós, ainda que tenhamos muitos presentes no sapatinho!






Já percebi...

Foi preciso chegar a época de Natal para realmente "me cair a ficha" como se costuma dizer. Toda a gente a dizer que as meninas estavam a ficar umas crescidas, eu a comprar os tamanhos de roupa maiores, a ter conversas cada vez mais maduras com elas...mas eu sem me aperceber muito bem!
Até que chegou o folheto de Natal da Toys`R`US e não suscitou qualquer interesse ( ao contrário de antigamente em que o viam milhões de vezes e todos os dias queriam alguma coisa diferente). Até que veio o fim de semana dos 50% de desconto nos brinquedos no Continente e elas nem chamaram atenção para o facto. Até que chegamos a meio de Novembro e elas, para além dos bilhetes para o concerto da Shakira (que, entretanto, foi cancelado) não pediram nada em concreto.
Pois é. Elas cresceram mesmo. Estamos na fase seguinte. Tenho alguma nostalgia. Mas não é mau. É sinal que elas estão a desenvolver-se.

Das coisas da maternidade...

Nunca, até as minhas filhas manifestarem as suas vontades, festejei o halloween. Nem sequer na minha terra havia a tradição do "Pão por Deus". O dia 31 de Outubro era apenas um dia de agitação lá em casa porque havia que preparar as flores e velas para levar ao cemitério no dia 1 de Novembro.
Com elas no infantário, comecei a ter que correr os hipermercados à procura das abóboras típicas e a fantasiá-las. Depois de alguma resistência, lá engoli e, para as ver felizes, deixei de fazer o meu ar contrariado e de tentar convencê-las de que a celebração não era nossa, que não tinha pés nem cabeça.
Ultimamente, a minha mudança de atitude foi tanta que tudo me serve para festejar. Como adoro cozinhar, aproveito para fazer coisas típicas de Outono, mas encomendo aquelas coisas com um ar "macabro" a uma amiga, porque ainda não evoluí tanto ao ponto de me dispor a fazer dedos e unhas com sangue e ar nojento em pastelaria.
Seja como for, acho graça que os miúdos da vizinhança venham cá a casa e gosto de ter doces para os presentear. 
No fundo, no fundo, deixei-me de tretas e arranjei mais um motivo para festejar.
A maternidade leva-nos a estas coisas!

  

Ai o que eu gosto...

Sou duriense por nascimento e de coração...ribatejana por imposição da vida. 
Vivo nesta cidade há 17 anos, e, até há 6 anos nunca tinha ido a nenhuma das festas que aqui se faz. Certamente porque aqui as festas envolvem sempre largadas de touros e corridas à portuguesa e eu sou completamente contrária a estas actividades. Daí que, quer na festa de Julho, quer na festa de Outubro me fechasse em copas, nada desfrutasse e passasse os dias a dizer mal dos festejos.
Gosto muito, muito de uma bela romaria, de uma festa popular com carrosséis, carrinhos de choque, umas farturas e todas essas coisas inerentes. Mas, durante muito tempo, o meu fundamentalismo anti actividades tauromáquicas impedia-me de descer ao centro dos acontecimentos.
As minhas filhas odeiam touradas tanto quanto eu, mas dão tudo por uma voltinha no carrossel e ver barracas e barraquinhas (saíram nitidamente a mim). Quando cresceram, cientes da diversão que era lá no parque, junto à praça de touros, não descansaram enquanto não nos enfiaram lá a passar umas tardes.
Rendi-me completamente. Se a festa de Julho é touros e mais touros e, portanto, continua a ser um suplício para mim, a feira de Outubro é, agora, esperada por mim com alegria. Esqueço-me dos touros pelas ruas e lá vamos nós usufruir de tudo o que temos direito. Adoro ver as tendas com tachos (só lá é que encontrei um utensílio para fazer panquecas), com plantas (só lá e que costumo encontrar as minhas amadas alfazemas), e adoro compras as minhas colheres de pau na feira de Outubro (sim, não me rendo ao silicone).
E pronto, começa hoje, e estamos todos contentes, porque o nosso lado rústico e popular vai soltar-se até à exaustão. Para já vai um pão com chouriço!


Egoísta? Talvez...

A propósito de um post que muito apreciei no blog Live Love Laugh, dei por mim a pensar se serei uma egoísta ou talvez não.
Aproxima-se o dia em que comemoro os anos de namoro com o meu marido, o meu aniversário e o aniversário de casamento. Celebramos todas estas datas e, em todas estas datas oferecemos coisas um ao outro.
Tal como em outros anos, apesar de haver coisas que fazem falta cá em casa, já fiz saber, afirmando alto e bom som, que, nestas datas, sobretudo nos meus anos, faço questão de ter uma prenda que seja para meu único e exclusivo uso. Algo de pessoal. Algo que eu queira ou que me faça falta. Não me consolo ou fico feliz com prendas destinadas à casa, como uns tapetes novos, uns naperons ou uma bimby das novas, por muito caros que sejam. Prefiro uns chinelos para andar em casa (que bem estou a precisar) catitas, um fio de prata com simbolismo ou mesmo um relógio da swatch...Agora, poupem-me a prendas domésticas... Eu não sou a casa e a casa não sou eu...e, por muito que aprecie toda a tralhada que uma casa implique, são coisas para comprar em outras alturas...

E eis-nos!!!

Como tudo o que é bom passa a correr, estes 4 dias nem sequer correram, voaram.
Resta-me a consolação de que foram vividos intensamente, apesar da paz que todos sentíamos. 
Revi pessoas que, impreterivelmente, passam a Páscoa na nossa cidadezinha e que, no Verão não costumo encontrar. 
As Minis sentiram como a mãe sempre viveu a Páscoa e sentiram também esta época especial.
Espero que a vossa Páscoa tenha sido tão boa como a minha. E que estejam com as baterias tão carregadas como nós estamos!


Feliz ou infelizmente...

Feliz ou infelizmente acabou-se um período de muita folia cá por casa.
Fevereiro e Março são dois meses de muita festança.
Começamos com os anos do avô J, passamos para o aniversário do pai M., a que se segue o dia dos namorados e o aniversário da madrinha A.
Chegados a Março. temos o aniversário da mini mais nova a abrir, o dia do pai a seguir e, por fim, o dia de aniversário da mini Mais velha.
Contas feitas, são, sem dúvida, dois meses em que a alegria está (felizmente) em alta, as finanças em baixo (vão ao charco entre prendas, jantares e festas de comemoração), a dieta também pelas ruas da amargura...e a balança, oh a balança... nem se fala, está no seu expoente máximo do ano.
Entramos agora na nossa verdadeira Quaresma...para desintoxicar e ver se as contas se recompõem.
Aguardemos a ver se assim é!


Bem sei...

Bem sei que é muito mais ecológico porque se podem voltar a utilizar outra vez...mas se pensarmos bem, com papel tipo jornal e umas fitas engraçadas também podemos fazer uns embrulhos bem giros...
O que me mete comichão mesmo é ter olhado para a árvore de Natal e não ter visto nenhum embrulho. As prendas estavam todas dentro de sacos, agrafados com um laço. Gosto muito mas muito mais do prazer de rasgar o papel (olha a ecologia e o ambiente) e aquele suspense que se cria, que abrir sacos! Tenho dito.

Porque...

Porque o Natal para mim é, sobretudo, o nascimento do Menino Jesus...
Porque o Natal é época de começar de novo, não podia, agora que os afazeres domésticos mo permitiram, deixar de vir aqui desejar um SANTO E FELIZ NATAL.
Que seja repleto de tranquilidade e amor, mas que não nos esqueçamos de todas as crianças deste mundo que estão em sofrimento, especialmente as de Aleppo.


Comigo não contem!

As minhas Minis querem que o "Pai Natal" lhes traga uma série de actualizações de jogos do PC e uns quantos jogos novos.
Foram por mim avisadas: não dou nada que tenha que ver com TV e PC. O que têm para o PC já é mais que suficiente. Querem bicicletas (que as delas são minúsculas)? O Pai Natal traz! Querem jogos da Science 4 you, embora façam uma confusão na cozinha, o Pai Natal traz.
Tecnologias, não obrigada. Estão viciadas e isto não augura nada de bom. Não mudam com conselhos mudam à força. Ah, e meia hora de PC por dia é mais que suficiente...e há muitos jogos on line!

E chegou...

Já que há precisamente uma semana me esqueci de festejar o aniversário do blog, não posso, hoje, dia em que começa o advento, deixar de assinalar o começo da contagem decrescente para o Natal, pondo o template de acordo com a época.
Adoro o Natal, sou viciada no Natal Mas, curiosamente, apenas desde que sou mãe. Ah, e também o era em menina...Não faço a mínima ideia do que vou oferecer ao povo aqui de casa (sim, porque para que conste, só dou presentes às filhotas, marido, pais e 2 amigas especiais), mas tudo se há-de resolver.

O meu lado popular...

Tenho um lado popular muito acentuado...Não gosto muito de confusões, do trânsito cortado, detesto espectáculos de multidões onde não possa estar sentada (nunca fui a nenhum Festival Rock), mas gosto muito, muito de festas e romarias com todo o seu cheiro a farturas, os carrinhos de choque e a música pimba em altos berros. E, o curioso, é que corro sempre todas as tendas que vendem desde sapatos a pratos, desde cobertores a quadros de parede. Na verdade, nestas feiras encontro sempre algo que há já muito procurava e não encontrava aqui na minha zona. O ano passado foi um tipo frigideira para fazer panquecas...este ano foram uns vaso de lavanda, cheirosa que eu sei lá..
Estou contente...as minhas Minis divertiram-se à grande...a minha dieta é que não ficou muito satisfeita com a fartura que comi...mas Feira sem fartura. não é feira!!!

Já cá cantam!!!

43 já cá cantam...e sinto-me tão bem comigo! Parabéns a mim e à minha mãe que sofreu horrores para me pôr no mundo!!!

15 anos!

Meus queridos, faz hoje quinze anos que, no meio de uma paisagem deslumbrante, começou a união, que espero para a vida, entre mim e o meu marido.
Apesar de ele estar a trabalhar, vamos comemorar...é preciso é ter imaginação!


Isto é absolutamente ridículo!!!

Passei 4 meses a organizar o bendito jantar de curso. A adrenalina foi aumentando conforme o dia se aproximava. No dia foi maravilhoso, apesar da chuva. Apesar de ser Queima e do ambiente académico não bebi mais do que dois copos de vinho toda a noite e vivi intensamente todos os momentos, apesar da preocupação de que tudo corresse bem.
Hoje, é segunda feira, chove, está fresco e eu sinto uma ressaca como se tivesse apanhado uma grande bebedeira...uma tristeza como uma criança a quem tiram o seu melhor brinquedo! Estou de volta a este trabalho que odeio e só me apetece fugir para não sei onde! Isto é ridículo! Tenho 42 anos, já não tenho idade para me sentir assim por coisas destas!


Só para mim!!!

Daqui por uma semana é dia da mãe. Confesso-vos que o que mais gosto são as prendinhas feitas por elas e, agora que sabem ler e escrever, os postais que me escrevem. Os postais guardo-os religiosamente e as prendinhas de trabalhos manuais estão expostas no escritório cá de casa.
Mas o pai costuma comprar sempre uma prenda para elas me darem. Sinceramente, aviso sempre que não quero uma prenda para casa, um objecto que vá ser útil a todos os membros da família, as prendas para mim, têm que se destinar ao meu uso exclusivo. Este ano, parece-me que vêm aí umas destas.


A todos...

Por aqui somos muito pouco românticos neste dia. Somos mais quando nos dá na real gana. Não comemoramos o dia com postais nem com presentes. Apenas eu, armada em esperta, aproveito o dia para não fazer jantar, e lá vamos os nós mais as Minis em busca de um lugar num qualquer restaurante a abarrotar de namorados enamorados.
Seja como, for percebo quem gosta de comemorar e ter mais um motivo para festejar. Atodos um bom dia dos namorados!

Expliquem-me...

Segundo um inquérito feito pela Sapo, mais de 50% das pessoas não comemora o carnaval...mais de 30% não gosta sequer do carnaval... Então porque é que o mesmo equivale a dia feriado na maior parte das convenções colectivas de trabalho do sector privado e os funcionários públicos ansiavam por vê-lo considerado, oficialmente, como tal?
Porque dá jeito...porque é mais um dia livre, certo?
Nunca liguei ao carnaval até ser mãe...altura em que comecei a fantasiar as minhas filhas...mas que me é bom ter este dia é!

Não há palavras!

O meu pai, hoje, faz 75 anos!!!
Os meus sentimentos são dúbios.
Fico feliz por, com esta idade, ter feito uma viagem de 400 kms a conduzir, porque, por motivos de última hora, eu não pude ir ter com ele. Fico feliz por continuar com saúde.
Mas depois penso que ainda ontem brincava comigo e com as minhas bonecas, ainda ontem me levava a andar de bicicleta e hoje já tem 75 anos!!!!
Sempre teve e ainda tem uma paciência louca para aturar as minhas birras.
É um grande Homem que eu amo profundamente, para além daquilo que as palavras possam expressar.
Parabéns papá!