5 de maio de 2019

A perspectiva contrária...

Por onde quer que se ande hoje o tema é só um: a mãe. 
Todos têm ou tiveram uma mãe. 
E, depois, muitas de nós, além de filhas são também mães.
Não digo mentira nenhuma  se disser que o maior empreendimento da minha vida é ser mãe, que é aquilo que mais me faz feliz e que sou muito feliz assim...e, como eu, milhares de tantas outras mulheres.
Contudo, consoante vou progredindo nesta tarefa da maternidade e consoante vou amadurecendo, cada vez me parece mais natural e também acertada a opção de não ter filhos porque pura e simplesmente não se quer. 
A maternidade (e a paternidade, obviamente) é um projecto, uma responsabilidade para toda a vida, extremamente exigente e exige vocação para tal. Não tem que ver com capacidade de trabalho ou sacrifício apenas, já que há muito quem não tenha filhos e tenha essas capacidades exacerbadas e há quem os tenha e não faça sacrifícios nenhuns. 
Não me faz qualquer sentido que as mulheres tenham filhos só porque a sociedade espera que aí aos x ou y anos tenham sido mães.
Desde que trabalho na área dos menores cada vez mais me convenço que há mulheres e homens que de uma forma bastante clara não nasceram para ser mães e pais e é uma pena que se tenham deixado levar por aquilo que a sociedade espera deles, porque os pequenitos são quem sofre.
Ser pai e mãe sim, mas porque se quer efectivamente. Não porque é giro ou porque os outros esperam que o sejamos.

30 de abril de 2019

Cada vez mais convencida...

Nunca fui pessoa de grandes ruminações ou planos de vingança. Em tempos fervia em pouca água. Agora, nem isso. Penso que poucas coisas me fazem ferver e e sigo em frente.
Mas, de uma coisa estou cada vez mais certa, não vale mesmo a pena guardarmos energias negativas nem pensar e repensar em coisas ou pessoas ruins.
Pois tudo o que é ruim se destrói por si próprio, mais cedo ou mais tarde.
Bom feriado e energias positivas.

28 de abril de 2019

Façam como quiserem...

E pronto, instalou-se mais uma confusão nas redes sociais, com as pessoas a esgrimirem argumentos, nem sempre da forma mais educada.
O assunto, a mim não me aquece muito nem arrefece, mas confesso que me dá jeito. Discute-se, a propósito de uma petição lançada, penso que depois de uma homilia do Bispo do Porto no Domingo de Páscoa, com vista ao encerramento dos Shoppings ao Domingo.
Se não estou em erro, os Shoppings sempre estiveram abertos ao Domingo, os hipermercados é que, durante uma fase estiveram encerrados e penso que apenas da parte da tarde.
Não sou daquelas pessoas que se enfia no Centro Comercial ao fim de semana, nem tenho particular predilecção por estes espaços comerciais. Gosto muito de fazer compras em espaços abertos, assim o tempo o permita. No entanto, às vezes, dá jeito, até porque é mais fácil arranjar estacionamento para ir a certas lojas.
A intenção do Bispo do Porto ao defender o encerramento era, certamente, a defesa do Domingo como o dia dedicado ao Senhor, o dia passado em família.
Não nos podemos esquecer, contudo, que muitas pessoas não são católicas ou mesmo cristãs.
Por outro lado, sim, aceito que quem trabalha num shopping tem direito a ter dias de descanso com a família, mas quem aceita o emprego já sabe o que isso implica e sabe que tem outros dias de folga. Eu, por exemplo, não me importava nada de ter dias livres em dias de semana para poder tratar de assuntos quando os serviços estão abertos...
Haverá sempre argumentos de ambos os lados. Façam como entenderem. Sobreviveremos todos.

27 de abril de 2019

Eureka!!!

Faz exactamente hoje uma semana, dia 20 de Abril, que eu dava voltas à minha cabeça, porque sabia que era um dia em que tinha acontecido algo relevante anos atrás, mas não me conseguia lembrar ao certo o que tinha sido.
Corri a minha lista telefónica do telemóvel para ver se era o aniversário de algum dos meus amigos ou conhecidos. Não, não era. A medo, perguntei ao meu marido se o dia lhe dizia alguma coisa. Também não dizia.
E eis, que há pouco, enquanto aproveitava o solinho para por a roupita a secar e meditava sobre a blogosfera, fez-se luz! No dia 20 de Abril completaram-se 8 anos sobre a criação do meu primeiro blogue, o "Ovelha, Flor e Guerreira". O mesmo será dizer, há oito anos que estou na blogosfera.
Muito antes já lia blogues com assiduidade, mas tinha receio de me expor, por razões profissionais e algum pudor também.
No início, relatava imensas coisas do desenvolvimento das minhas filhas (as Minis, que, actualmente, já pouco têm de Minis), mas com o tempo deixei de sentir necessidade de o fazer, porque se para mim são especiais, porque são minhas e são únicas, elas são no fundo, iguais a tantas miúdas da idade delas.
Com o encontrar de uma certa tranquilidade na minha vida, cada vez menos gosto de me expor e gosto de utilizar este espaço para reflectir sobre coisas sobre as quais dou por mim a pensar no dia a dia, partilhar reflexões. Escrevo com menos regularidade nos períodos mais agitados da vida, porque o blogue não é de todo um diário ou uma forma de acalmar os meus anseios. Para isso faço reiki e caminhadas. Talvez já o tenha sido, e daí que me façam sorrir alguns posts escritos em tempos.
Há  bloggers que acompanho há anos e que me inspiram pela forma de estar e pensar e que também me fazem reflectir e ver coisas por outro prisma.
A todos (aos que me vão lendo, aos que comentam e aos que escrevem coisas absolutamente fantásticas), OBRIGADA!

25 de abril de 2019

Sempre!

Nasci na ditadura, mas só me lembro de viver em liberdade. Felizmente. E serei eternamente grata a todos os que não se conformaram, a todos os que lutaram para que fossemos livres no pensar e no dizer.
Ouço muitas vezes os mais velhos dizerem que antigamente não se via isto e não se via aquilo e que no tempo da "outra senhora" é que era bom.
Não discordo que vivemos tempos de falta de valores.
Não discordo de que um pouco mais de respeito pelos outros é urgente.
Mas isto nada tem que ver com o viver-se em regime de ditadura ou liberdade. Isto tem que ver com a incapacidade de alguns portugueses respeitarem os outros, de gerirem a sua liberdade, de terem intrinsecamente os seus valores.
E pior desrespeito do que não se admitir que outros pensem de forma diferente não existe.
E maior vergonha do que prender e torturar quem é diferente, pelo simples facto de o ser e ousar ser, nunca poderá haver.
Liberdade sempre.

22 de abril de 2019

Sem compromisso "uma ova"!

Estou cansada de ouvir anúncios na rádio sobre isto e sobre aquilo, terminando com um "experimente sem compromisso" ou a "primeira consulta é grátis, sem qualquer compromisso". Sempre que ouço dá-me vontade de rir para não dizer uma série de palavrões.
Na verdade, não nos cobram nada, mas depois da primeira experiência ou consulta não nos largam. Uma vez liguei para a Nutribalance só para saber como funcionavam. Posso dizer que nos 3 ou 4 meses seguintes me ligaram várias vezes por semana de diferentes números que fui bloqueando. Por mais que os informasse que não estava interessada, faziam-se de parvos e diziam que ainda não tinham lá essa informação. O mesmo aconteceu com o meu pai com os aparelhos auditivos.
É preciso uma capacidade de resistência e discernimento bastante grande ou uma dose de paciência enorme para aturar essas pessoas que não largam a perna. Não é bem sem compromisso, ao experimentarmos assumimos, pelo menos, o compromisso de os termos à perna uns bons tempos, pois mesmo bloqueando uns números de telemóvel ou não atendendo números privados eles têm uma panóplia infindável de números! Irra!

20 de abril de 2019

Até me fica mal "dizer" isto...

Como católica que sou até me fica mal dizer (escrever) isto. Bem sei que a Páscoa se celebra dentro de cada um de nós,  independentemente da forma como o local onde estamos se engalana para a ocasião. 
No entanto, oriunda de uma diocese onde o caminho da Quaresma até à Páscoa é marcado por uma série de acontecimentos simbólicos, onde a Semana Santa é vivida intensamente, onde toda a cidade mãe de veste de tons de roxo que dão lugar ao branco no Domingo de Páscoa, é-me extremamente difícil sentir as coisas da mesma forma aqui em terras ribatejanas.
Por muito que na paróquia do local onde actualmente resido se façam celebrações pascais, nada é com o sentido de comunidade e alegria com que ainda hoje se vive (sim, apesar da modernização) mais a Norte. 
A grande parte dos meus amigos que não habitam na nossa cidade ali regressam sempre em duas alturas do ano: na Páscoa e nas festas da cidade. Este ano, motivos de força maior levaram-me a ficar cá por baixo. Outras Páscoas virão, se Deus Quiser.
Santa Páscoa a todos.



16 de abril de 2019

Talvez esteja aí o segredo...

Muitas das minhas colegas se admiram por eu gostar de fazer croché e tricot e, acima de tudo, por ter tempo para isso, tendo eu as miúdas, a vida profissional e a casa.
Sempre lhes expliquei que, além de caminhar, trabalhar com as linhas e com as agulhas e ler antes de dormir, não tenho outras actividades, tipo ginásio, natação ou coisas afins. Os meus momentos de relaxe  são de manhã a caminhar e ao fim do dia com os novelos e agulhas.
Aqui há uns tempos algumas colegas decidiram criar um grupo no facebook sobre cuidados da pele e maquilhagem e adicionaram-me como membro.
Como os únicos produtos que uso são os da Cien do Lidl, que são amplamente recomendados e baratinhos, confesso que não tive grande curiosidade em ver com assiduidade as publicações do grupo. Além disso, para além de rimel e lápis e apenas esporadicamente, não uso qualquer tipo de maquilhagem. Por ora não sinto necessidade, talvez quando o efeito dos anos se começar a notar mais, recorra a outra panóplia de cosméticos.
Hoje, fui espreitar e, fiquei verdadeiramente boquiaberta com a quantidade de conhecimentos e de passos que a grande maioria das mulheres (e se calhar muitos homens também) dão, antes de saírem de casa e de se deitarem, em termos de tratamentos de beleza.
Eu não tenho tempo, nem paciência. Talvez por isso tenha tempo para ir caminhar antes de trabalhar, talvez por isso consiga "tecer" após o jantar.
Mas, talvez por isso, olhe ao espelho e tenha a cara cheia de rugas de expressão...tudo tem os seus custos.
Talvez o segredo da minha disponibilidade de tempo esteja aí...talvez o segredo daquele ar fresco e composto logo pela manhã esteja no tempo e paciência em aplicar 5 ou 6 tipos de cosméticos diferentes antes de sair de casa...
Talvez devesse pensar melhor no assunto, mas, por ora, sinto-me bem assim! No futuro não sei se sentirei...



15 de abril de 2019

Porque é que continua tudo igual?

Das más recordações que tenho dos meus tempos de escola é das casas de banho. Nunca tinham papel higiénico, as portas não trancavam, não havia gel ou sabonete para lavar as mãos, nem papel para as limpar.
Volvidos quase 40 anos, o quadro mantém-se nas escolas públicas. Quando eram mais novas as Minis pediam-me papel higiénico para trazerem na mochila porque na escola não havia. Conforme foram crescendo, começaram a apertar-se até chegarem a casa, com todas as consequências para a saúde que isso pode trazer, já que não têm qualquer tipo de privacidade pois as portas apenas encostam.
Não consigo entender como com tanta sensibilização para a necessidade de uma correcta lavagem das mãos e dos problemas que isso pode evitar, as escolas públicas continuam a não providenciar pelos bens necessários.
A desculpa que me dão é a falta de civismo dos alunos que sujam e destroem os materiais e gastam papel higiénico desnecessariamente.
Não digo  que tal não aconteça, mas penso que não será só por aí. Há falta de sensibilidade de quem gere os dinheiros, há falta de pessoal para manter as casas de banho...enfim prioridades trocadas.
Enquanto encarregada de educação é uma mudança pela qual me vou bater.

12 de abril de 2019

Os dias correm...

Por aqui os dias vão correndo...ao ritmo dos nossos mais pequeninos...estamos sempre cheios de vontade de chegar a casa para estar com eles e preferimos não pensar que dois deles não vão ficar connosco. Por agora vamos aproveitando esta bênção que é tê-los por aqui e vê-los crescer. Estamos todos derretidos e tem sido maravilhoso para as minhas Minis que estão absolutamente deslumbradas com a sabedoria da mãe Mel, da mãe natureza.
Mais um motivo, entre tantos que temos, para sermos gratos.




10 de abril de 2019

As coisas boas das fases más!

Num post que aqui escrevi há dias disse que o passado mês de Março foi um dos piores dos últimos tempos da minha vida. Mas, como não há mal que nunca acabe estamos a encontrar serenamente o nosso caminho e a perceber que, no meio do turbilhão de coisas que nos aconteceram simultaneamente, assim tipo Lei de Murphy, acontecem sempre coisas boas. 
Por paradoxal que pareça, o mês que passou foi um dos meses em que mais ri com vontade nos últimos tempos. Tenho a sorte de ter como amigos pessoas que me fazem rir, mas rir com vontade, nas alturas em que apetece lamentar e chorar. Também me ouvem e me dão um ombro ou os dois, se preciso for, mas têm o dom de me arrancar lágrimas de riso. 
No fundo, no meio de tanto pânico, de tantos medos, foi o riso que me ajudou a não desesperar, a ser optimista.
Cada vez estou mais convicta de que rir cura uma lista infindável de males. Saí da tempestade mais forte e muito grata a quem me fez sorrir. Rir é uma terapia fabulosa.



7 de abril de 2019

Experiências únicas...

Por aqui já somos mais...a nossa Mel já teve os seus 3 bebés.
Nasceram todos bem, graças a Deus e eu fui a parteira. O meu marido o ajudante. Foi uma noite longa. Em claro. Mas foram momentos únicos. A natureza é absolutamente sábia.
O nascimento destes bebés foi uma coisa muito desejada e planeada. Agora a Mel vai ser esterilizada.
É uma emoção vê-los nascer e crescer. Um ficará connosco. Os outros dois serão para dar a familiares.
São maravilhosos. A experiência está a ser fantástica. Passamos horas a contemplá-los. As minhas Minis estão maravilhadas.
Como elas dizem, estes bebés não cheiram a cão, cheiram a amor.


6 de abril de 2019

Também não as dispenso...

Li hoje um artigo que refere que objectos de cozinha como a torradeira, a panela de pressão e a chaleira eléctrica têm mais de cem anos e continuam na moda.
Devo dizer que moda ou não, são objectos que não dispenso.
Há 7 ou 8 anos, quando comprei a bimby, dei algum descanso à panela de pressão em termos de sopas. Mas, ao fim de algum tempo a fazer sopas na bimby, parece-me que todas têm o mesmo sabor, independentemente dos ingredientes que levem. Também já lá vai a fase em que as miúdas adoravam sopa em creme. Agora, tal como eu e o pai, gostam muito de encontrar os agriões, os espinafres na sopinha e uma sopinha menos cremosa. A bimby é útil para uma série de coisas, mas não substitui nenhuma das minhas 3 (sim tenho 3) panelinhas de pressão.
E como sou muito dada ao chá, mesmo em alto verão, a chaleira também é essencial.
A torradeira é mais para alegria das miúdas, já que eu não sou fã.

31 de março de 2019

Seguir em frente...

Com o mês que hoje termina, termina um dos meses mais difíceis dos últimos anos da minha/nossa vida. Por norma, adoro o mês de Março, já que foi o mês em que fui mãe, pelas duas vezes. Mas este ano, exactamente por ser mãe, foi muito sofrido.
De vez em quando, temos de virar a vida do avesso, sair da nossa zona de conforto, e, uma rotina instalada há vários anos, altera-se, por circunstâncias de força maior que nos obrigam a tomar decisões de mudança, no meio de incertezas.
Se foi uma aposta completamente ganha só a longo prazo o saberemos. Por ora, parece-me que sim, e não saberemos as consequências que teria permanecer tudo como estava. É preciso respirar fundo e deixar fluir, mas ter a coragem de mudar.
Tudo começa a encaixar-se e a serenar.
Ah e por aqui estamos à espera, a todo o momento, que nasçam os bebés da nossa Mel. Vai ser esterilizada mas queríamos muito que tivesse uma ninhada. Foi tudo vigiado e ela está bem de saúde. Estes cachorrinhos irão trazer-nos uma nova alegria.







21 de março de 2019

E no dia de hoje...

Neste dia mundial da poesia, não podia deixar o blogue sem um dos meus poemas preferidos (não é de todo o meu eleito de todos os tempos, embora seja uma amante da Sophia), mas que retrata muito do que sou...E quem me conhece saberá que não minto.


17 de março de 2019

Estou viva...

Passei só para dizer "olá, olá" a todos os que se lembram de vir aqui espreitar as baboseiras que por aqui vou escrevendo, de vez em quando.
 E como, desde que me lembro, nunca passei tanto tempo sem escrever no blogue, quero que saibam que não, não faleci nem, graças a Deus, tive nenhum problema grave. Apenas problemazitos que vou resolvendo no dia a dia que me fazem chegar ao fim do dia mais morta que viva e sem inspiração para escrever alguma coisa de jeito. E quando não tenho nada de jeito para dizer...não me apetece escrever e fico a apalermar a ver séries na TV ou a jogar jogos da treta no telemóvel.
Boa semana!

1 de março de 2019

Estarei a pensar bem?

Anda por aí a circular a notícia de que a segurança social pagou quase quatro milhões de euros de pensões e que o fez indevidamente pois tal quantia foi paga em pensões a pessoas já falecidas.
Nos comentários nas redes sociais às notícias e nos cafés, aqui del rey, que na segurança social são todos uns incompetentes e que é por isso que o país não vai para a frente e etc. e tal.
Ora se isto for verdade, não digo que seja uma notícia que abone muito a favor dos serviços da segurança social. Mas abona muito menos acerca da seriedade dos portugueses (alguns é claro) que, quando se trata de um engano a seu favor, se calam caladinhos que nem ratos, e esperam que ninguém descubra. Ah...pois é... É muito fácil falar de corrupção, de generalizar, mas quando é preciso meter uma cunha para arranjar um empreguinho ou para a Câmara autorizar uma obra e tal....

24 de fevereiro de 2019

Tudo o que posso fazer por ora...

Aproximam-se mudanças...podem ser para melhor...vamos acreditar que sim!!!
Tudo o que posso fazer é respirar fundo e acreditar!



20 de fevereiro de 2019

Das coisas que, impreterivelmente, me fazem chorar...

Penso que quem tem a minha idade, ou mesmo os mais novos, percebe isto.
Agradeço a Deus e à vida me ter feito perceber a tempo que há pessoas que são insubstituíveis e que de nada basta chorar  a morte  (ou em vida sem tolerância ou compreensão) ou os elogios fúnebres.

Ouçam com atenção e vejam com mais atenção, ainda, coração aberto.



17 de fevereiro de 2019

E basta tão pouco!

Os dias não têm sido fáceis por aqui. Não fossem as constantes pausas que faço para agradecer o que temos e já teria deixado que o desespero tivesse tomado conta de mim.
Uma das pessoas que mais amo no mundo espera que Deus o leve para junto de si e eu sinto já um vazio imenso.
Uma das Minis com grandes problemas na escola e, por mais que me vire, não encontro solução.
Mas, às vezes, é preciso tão pouco para que tudo volte a fazer sentido.
Um passeio junto ao mar com pessoas boas, que nos amam incondicionalmente, e estamos preparados para os combates que se aproximam.
Grata por estas oportunidades.