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Vamos ao passo seguinte...

Li na revista Visão que um estudo feito numa universidade norueguesa concluiu que um dia de limpeza da casa e o quase inevitável uso de produtos químicos (nos detergentes e outros produtos de limpeza, sejam em spray ou líquidos) traz para a mulher efeitos tão nefastos, em termos respiratórios, como fumar 20 cigarros.
Portanto, eu que já deixei de fumar há 12 anos e meio, terei agora de dar o passo seguinte: deixar de fazer limpezas.
Quem alinha?


Mas o que é assédio sexual?

Há pouco, quando dava a minha habitual volta pelas notícias on line, vi algures que o fotógrafo da princesa Diana foi acusado por não sei quem de assédio sexual.
É um assunto tão batido actualmente que, por curiosidade, fiz uma pesquisa sobre as acusações de assédio nos últimos tempos e foram infindáveis as ligações encontradas. Quer lá fora, quer neste rectângulo à beira mar plantado.
Fiquei preocupada. 
A minha primeira reacção foi pensar que há por aí muito/a atrasado/a mental a precisar de tratamento. A forma como configuro o assédio sexual traduz um comportamento muito grave de falta de respeito pela dignidade humana. 
Depois, pensei que, de facto, tinha muita sorte porque nunca fui alvo, nem conheço ninguém que tenha sido vítima de tal conduta.
Por fim, dei por mim a meditar sobre o conceito que cada um de nós tem sobre o que é assédio sexual. E que pode ser muito variável. Há que pensar no assunto sobre perspectivas diferentes. Era bom uma grande reflexão. Para que se acabasse de uma vez (???) com tal comportamento e para que se não fale no assunto levianamente. Porque se causa desconforto e prejudica quem é vítima, pode destruir completamente a personalidade de quem é acusado, quando tal acusação resulta de um comportamento leviano de quem acusa, ou de um conceito demasiado amplo dos comportamentos que integram o assédio.
Será que dizer-se a uma pessoa que é gira, bem feita, que tem um sorriso lindo, integram o conceito? Na minha perspectiva, não. Mas há por aí tanta gente acusada que já não sei bem se outros pensam como eu.


Não era tão descabido assim!

Uma das conversas que guardo dos Invernos da minha infância diz respeito à minha luta inglória de que em casa dos meus pais e dos meus avós se usassem nas camas edredões de penas ou de aquecimento. Não fazia sentido, para mim, ter quatro ou cinco cobertores na cama quando podíamos ter o mesmo calor com uma roupa de cama muito mais leve.
Nunca consegui levar a minha avante e sempre prometi que, quando tivesse uma casa minha, as camas teriam roupa leve, confortável e ainda assim quente. 
Desde que saí de casa dos meus pais que deixei de dormir em camas "enchouriçadas".Sou extremamente friorenta e durmo sempre agarrada ao meu marido, mas, por norma, não tenho mais que um cobertor e um edredão na cama. 
Vim a descobrir que esta "mania" de dormir com muito peso em cima não é assim tão tonta como parece. Parece que os "Weighted balnkets" (cobertores pesados) são mesmo eficazes no combate à insónia, pois fazem com que a pessoa sinta o peso como um abraço e relaxe, dormindo melhor. Pelos vistos, até são usados no tratamento de crianças com problemas de ansiedade e com outras perturbações que provocam dificuldades em dormir.
Felizmente, depois de seis meses com insónias constantes, comecei a dormir mesmo com o edredão de aquecimento. Caso contrário era ver-me ir comprar um cobertor de 8 quilos (sim, é esse o peso aconselhável).


Mentirosos!

Não sou apologista do dia de S. Valentim. Nunca fui, senão na primeira vez em que isso pode significar alguma coisa para mim, há 29 anos, em que tive de pedir dinheiro à minha mãe para comprar uma prenda ao então namorado. Depois disso, não me lembro de qualquer entusiasmo.
Seja como for é sempre bom para aproveitar a deixa e ir jantar fora ou comprar o jantar (que é sempre a melhor opção quando não conseguimos ir por volta das 19 horas, porque após é impossível) . Resumindo, não ter de fazer jantar.
De um inquérito que estão a fazer na página da Sapo, cerca de 70% das pessoas responde que não comemora o dia em causa, que é um dia como os outros.
Pois não me acredito que o mar de gente que, mesmo nos anos da mais profunda crise, encontrei em restaurantes e em floristas no dia 14 de Fevereiro seja apenas uma minoria dos casais. Que apenas "meia dúzia" de pessoas respeite a data. Anos houve em que por volta das 20 horas não encontramos lugar nem aqui na cidade nem nas redondezas. Portanto, os leitores da Sapo não votam honestamente e todos querem dar aquele ar de "é um dia como os outros, não ligo a essa pirosice".

Absolutamente fã!

Hoje muito se ouviu falar sobre a rádio. É hoje o dia mundial da rádio,e, no âmbito da celebração, discute-se a perda de importância deste meio de comunicação em benefício das redes sociais.
Devo dizer que foi coisa que nunca me passou pela cabeça.
Em miúda ouvia todos os dias antes de ir para a escola "O Despertar", do António Sala e da Olga Cardoso, que os meus pais adoravam.
Sou uma fã incondicional da rádio desde a minha adolescência. Já se passaram muitos anos desde que estudava para os exames da faculdade ao som do "Oceano Pacífico" e, ainda hoje me sabe bem ouvi-lo, se bem que ouça rádio essencialmente de manhã no carro. Depois passei uma fase fantástica a ouvir um programa não menos fantástico " O postigo", do Fernando Alves na TSF.
Nos dias actuais,  penso que as manhãs da Comercial já fazem parte dos nossos dias e que sem elas não seria a mesma coisa.
Nenhuma rede social ocupará nunca o lugar desta forma fantástica de comunicar.


Desprezo...

Desprezo. Até mesmo asco. Bem sei que não são sentimentos muito próprios de uma cristã como eu.
Mas, confesso que é isso que despertam em mim algumas das figuras de topo da igreja de que faço parte quando leio a forma como se referem ao Papa Francisco. À medida que ele vai tomando posições de perdão e de misericórdia, aumenta a repulsa que sentem por ele, mas, na mesma medida ele se torna parecido com Jesus Cristo, que veio estabelecer uma nova mentalidade.
Os entendidos afirmaM que estamos a dois passos de um cisma. Não sei se sim ou senão. A mim interessa que Deus preserve de boa saúde e com lucidez Jorge Mario Bergoglio, embora não consiga evitar os sentimentos menos nobres em relação a alguns dos poderes instituídos e retrógrados da minha igreja, com os quais não me identifico em absoluto e que afirmam que estão ansiosos que ele morra.


LONGA VIDA, FRANCISCO!

E sabe bem...

Nenhum de nós gosta de saber de notícias relativas à morte de alguém...Vá, quando são pessoas tipo Bin Laden, não sei se este desgosto será tão efectivo, mas pronto...
Mas, apesar da tristeza da notícia (televisiva) de que alguém  com a nossa idade morreu, a coisa fica mais alegre, quando perante essa notícia, a nossa filha mais velha, exclama: "que horror!!, Com  44 anos estava a entrar na melhor fase da vida! Estava no seu auge..."
Pronto, bem sei que andaram por aí a ser divulgados estudos de que, actualmente, só se saía da adolescência aos 24 anos e ela deve estar influenciada por esse estudo...Mas que sabe bem, sabe!