quinta-feira, 22 de junho de 2017

Surpresas...

Depois de meses à procura de um soutien com o qual me sentisse confortável, encontrei numa loja Triumph um modelo e tamanho perfeitos. De uma textura fabulosa. Comprei os 2 que havia na loja para o meu tamanho.
Não foram muito baratos, os que costumo comprar da DIM costumam custar menos, mas vim toda satisfeita, por achar que comprei uma coisa nacional e boa.
Qual não é o meu espanto, quando, ao procurar o modelo para ver se encontrava na loja on line, vejo escrito "Made in Vietnam". Não sou radical e, confesso, que, apesar disto, não sei se não comprarei mais um...mas fiquei surpresa e decepcionada...

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Chicos espertos!

Temos fama de sermos um povo de "Chicos Espertos", mas, pelos vistos, este tipo de esperteza (saloia) é comum a outros povos. Fiquei apalermada ao ler a notícia de que os turistas ingleses são mal vistos nos resorts espanhoís (e começam a ser nos portugueses) porque, depois de terminarem as suas férias nos mesmos, vêm alegar e juntar documentos médicos de diarreia e vómitos, de forma a receberem uma indemnização dos hotéis.
Olha eu que, na minha lua de mel apanhei uma gastroentrite que me valeu uns desmaios e uma febre de 41º graus, podia ter ganho uma pipa de massa! Burra! Quis lá eu saber disso...eu quis mesmo foi vir embora das Caraíbas! Bah!

sábado, 17 de junho de 2017

Acredito, mas prefiro não experimentar...

Um estudo feito nos EUA concluiu que a experiência da morte pode não ser tão negativa. Detectaram que as pessoas que estão "às portas" da morte (nomeadamente por doenças terminais ou, por exemplo, à espera da execução de uma pena de morte), são pessoas mais optimistas, com sentido de humor e mais positivas.
Acredito que sim. Acredito que a perspectiva de morrer em breve faça sentir vontade de apreciar cada segundo.
Ainda assim, apesar de não ter medo de morrer senão por causa das minhas filhas, prefiro não experimentar essa dita sensação positiva. Prefiro continuar a ser assim como sou, mas espero ter essa postura se um dia for confrontada com essa hipótese. Aliás, é assim, de uma forma positiva, que tento encarar a vida!

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Maus vícios...

Esta coisa do google é muito boa...é muito bom por aqui umas expressõezinhas e vir logo uma quilometragem de informação sobre o assunto.
No entanto, quando se trata de expressões que vêm no resultado de exames médicos e não podemos falar com o nosso médico assistente é um mau vício vir procurar coisas.
Fiz uma RM crânio encefálica a pedido da neurologista por causa das constantes e profundas enxaquecas. Fui alertada para o facto de ter que entrar em contacto com ela, caso o relatório descrevesse algo. 
Já recebi o relatório, já tentei entrar em contacto com ela, mas só dia 30 está contactável. E pronto, meti-me no google e estou aqui a ver já uma série de cenários! 

quinta-feira, 15 de junho de 2017

O que se passa???

Perdi o acesso a comentários... Será que me podem enviar email a explicar se se passou isto convosco?

terça-feira, 13 de junho de 2017

Desabafos...

A coisa melhor que a minha profissão tem e na área em que trabalho é a sensação de que em qualquer dia, a qualquer momento, a forma como falas ou como te entregas e olhas nos olhos um adolescente completamente transviado, pode fazer a diferença na vida dele.
Aconteceu-me isso. E só por isso valeram a pena as 3 horas que "ganhei" a falar com ele.
Estas coisas fazem-me esquecer que, apesar de trabalhar num organismo público, se quero ter a casa de banho limpa tenho de comprar o detergente e que tenho uma impressora que há 4 meses não imprime e não há sequer dinheiro para comprar um cabo USB novo, sim, porque é o cabo que deixou de fazer contacto!

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Valha-me Deus!

Bem sei que com a pressa de escrever, muitas vezes escrevo com gralhas, com erros de pontuação ou mesmo erros ortográficos. Não tenho a presunção de saber escrever lindamente. Além do mais, a maior parte das vezes, os textos que aqui escrevo não são sujeitos a revisão, tanta é a pressa em fazer uma montanha de coisas.
Mas, meus amigos, se alguém vem e me corrige, aceito as correcções e reescrevo. Não escrevo de acordo com o desacordo ortográfico e penso que nem com uma arma apontada à cabeça o farei.
O que me faz comichão é ver em certos sites "pseudo" informativos, cujos textos deveriam ser escritos por pessoas com formação em termos linguísticos e, acima de tudo, por pessoas particularmente atentas, pérolas como a que se segue:


É óbvio que estamos perante uma notícia pouco relevante. Mas, ainda assim, custa-me que três dias depois de, nos comentários, alguém ter chamado a atenção, ainda nada tenha sido alterado.
Isto só me lembra a senhora que trabalhava lá na casa da paróquia da minha terra natal, que, quando juntamos dinheiro para comprar um sofá novo para a sala do senhor padre, não se cansava de dizer "Este sofá sempre é outra comunidade!".
Valha-me Deus! Estamos entregues.