23 de junho de 2019

Tenho mesmo muitas dúvidas...

Normalmente não sou pessoa de acreditar piamente em sondagens ou estatísticas. Mas, diga-se, quanto a esta, estou particularmente céptica.

E sou particularmente céptica porque vivi o problema na primeira pessoa (como encarregada de educação) e como interessada (enquanto membro da comunidade escolar). Contudo, não me espanta que se chegue a esta conclusão. As escolas fecham os olhos e para manterem um estatuto de não sei o quê, nada é bullying, são tudo brincadeiras normais entre as crianças. Até acredito que, de facto, o número de casos de bullying registados pelas escolas tenha diminuído... O problema está naquilo que as escolas consideram relevante para registar...como bullying...O problema está no facto de não se incutir nas nossas crianças que a nossa liberdade termina onde começa a dos outros...O problema está na demissão, em primeira linha dos pais e depois das escolas, que querem manter estatutos e são demasiado condescendentes. É um preço que iremos pagar no futuro com adultos mal formados.

19 de junho de 2019

Há que ver o lado positivo...sempre...

Ultrapassei os 70 ks. O que para mim, que sou pequenita, é o mesmo que estar uma baleia em ponto pequeno (dada a minha altura). Como com a alimentação Paleo que temos vindo a fazer apenas perdi uns quilinhos, vem a sorte ou seja lá o que for e ajuda! Oh se ajuda!!!
Ao fim de cinco meses de prótese fixa provisória sobre implantes, colocada em todo o meu maxilar inferior, numa cirurgia que demorou quase (ou mais ou menos) cinco horas comigo sempre acordada, descobri que aquele mau estar que sentia e que me impedia de comer coisas tão rijas como melancia, eram afinal dores horríveis provocadas pela rejeição pela minha boca dos implantes que me foram colocados em toda a parte inferior da mesma. Mas como feliz, ou infelizmente (já não sei o que é melhor)  eu não sou muito aflita nem particularmente sensível à dor, julgava que era natural, que fazia parte do processo e lá tomava um paracetamol de vez em quando. Estou a líquidos até ter nova prótese, o que acontecerá depois de mais uma tarde em cirurgia.
E, pronto, como andávamos aqui loucos a discutir o que havíamos de fazer aos milhares (ou milhões) do subsídio de férias e do IRS ficámos com o problema resolvido!
Pensar positivo ? SEMPRE!
Como se costuma dizer por aí "Bora lá ser felizes!"

10 de junho de 2019

Não é a mesma coisa...

Ler um livro físico é mais envolvente do que ler um e-book.
Assistir a um concerto ao vivo de um músico que adoramos é muito mais emocionante que ouvir a música no MP3.
Ver a selecção jogar (e ganhar) no estádio uma competição e abraçar os que amamos quando marcamos o golo da vitória, é mil vezes melhor que assistir no sofá, ainda que as cadeiras do Dragão não sejam nada confortáveis e eu não seja Portista.
Tenho dito.



(O Ronaldo a cumprimentar-me!)

8 de junho de 2019

Haja paciência!

Nunca fui daquelas pessoas que achou maravilhoso a Senhora Dona Madonna ter escolhido o nosso país para morar nem me senti orgulhosa por isso.
Vi até como um certo provincianismo tanto alarido que se fez à volta disso.
Daí que perante as alegadas afirmações da senhora de que Lisboa é medieval e de que se sente sozinha, só tenho uma coisa a dizer, que é o que geralmente afirmo: "quem não está bem, muda-se!"
Tenho dito.

5 de junho de 2019

E é isto...

Porque contra ventos e marés, quando admiro um profissional, admiro. Porque sei que não é perfeito, mas sei que muito menos o são aquelas que querem ganhar dinheiro à custa dele. 
CR7 sempre. 
O trabalho e a resiliência sempre são compensados!
BILHETES COMPRADOS PARA A FINAL. PORTO ESPERA POR MIM!



4 de junho de 2019

Não é mal pensado...

Nunca fui uma pessoa particularmente reactiva, mas, alturas houve da minha vida em que reagia verbalmente com muita facilidade aos estímulos de terceiros ou às contrariedades da vida.
Hoje sou mais tipo zen. Mais de revirar os olhos, contar até dez (ou até mil se preciso for) inspirar/expirar pausadamente e seguir em frente como se nada fosse comigo, ainda que, mentalmente, possa dizer uns quantos impropérios.
No entanto, compreendo que nem todos consigam ser assim ou estejam em fases da vida que lhes permitam reagir com um sorriso às constantes idiotices com que somos confrontados todos os dias ou às partidas que a vida nos prega.
Daí que ache muito boa ideia,  que devia ser copiada por cá, a existência de sacos de boxe públicos para descarregar frustrações que terão colocado pela cidade de Nova Iorque. 
Alguns  automobilistas se tivessem um saquinho desses mal saíssem do carro quando se aborrecem com a manobra dos demais, certamente lhes dariam  um bom uso. Recomendaria também que os colocassem junto das filas dos supermercados (para usar quando o espertalhão que está atrás se cola a nós, ou quando a senhora distraída nos passa descaradamente à frente) e mesmo dos serviços públicos para aguentar o tempo de espera.
Quando estou muito enervada costumo fazer crochet ou tricot pois trago quase sempre comigo o saquinho do trabalho, mas reconheço que, para muitos é muito mais prático um saco destes.



3 de junho de 2019

Absolutamente fora do contexto actual...

Enquanto esperava que uma das Minis saísse da escola estive entretida a ver o instagram e o facebook. Senti-me completamente fora de moda, fora do contexto actual, sobretudo no que a actividade de fim de semana diz respeito.
As pessoas que sigo, ou tinham fotos/vídeos do concerto do Ed Sheeran, que endeusam como a última Coca-Cola do deserto (e eu que nem sei dizer o nome de uma música dele, embora as deva conhecer quase todas da rádio comercial), apelidando de brutal o concerto; ou foram à Feira do Livro e tiraram fotografias com o Ricardo Araújo Pereira.
Devo dizer que preferia conhecer o RAP que o Ed Sheeran, mas que Feira do Livro (vá, crucifiquem-me ) não faz bem a minha onda, quando há imensas livrarias cheias de qualidade, que agora até nos permitem sentar e desfolhar calmamente os livros antes de escolher.
Resumindo e concluindo, estou a tornar-me numa velha chata.