sábado, 17 de junho de 2017

Acredito, mas prefiro não experimentar...

Um estudo feito nos EUA concluiu que a experiência da morte pode não ser tão negativa. Detectaram que as pessoas que estão "às portas" da morte (nomeadamente por doenças terminais ou, por exemplo, à espera da execução de uma pena de morte), são pessoas mais optimistas, com sentido de humor e mais positivas.
Acredito que sim. Acredito que a perspectiva de morrer em breve faça sentir vontade de apreciar cada segundo.
Ainda assim, apesar de não ter medo de morrer senão por causa das minhas filhas, prefiro não experimentar essa dita sensação positiva. Prefiro continuar a ser assim como sou, mas espero ter essa postura se um dia for confrontada com essa hipótese. Aliás, é assim, de uma forma positiva, que tento encarar a vida!

11 comentários:

  1. Pois somos já somos duas.
    Abraço e bom fds

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  2. Estão tal e qual como o teu título!

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  3. Perfeitamente de acordo contigo

    Beijos e bom Domingo

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  4. Concordo em número, gênero e grau contigo!
    Beijos e bom início de semana!
    DMulheresInstagramFanpage

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  5. Concordo, se temos essa experiência , podemos não voltar e há muito para se fazer . Beijos

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  6. Ai, concordo plenamente contigo! Não quero, DE TODO, saber o que é estar prestes a morrer...!

    Estranha Forma de Ser Jornalista
    http://estranhaformadeserjornalista.blogspot.pt/

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  7. Acho ninguém quer experimentar. Mas acredito que é capaz de ser assim mesmo...

    Beijocas

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  8. Há estudos MUITO estranhos!!
    Passo!!
    Boa semana

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  9. Claro. Faz todo o sentido.
    Nós sempre metemos tudo em perspectiva e deixamos de ser tão mesquinhos quando confrontados com situações realmente importantes.
    Do que importa a disputa que se tem no emprego com um colega, diante da descoberta de um grave problema de saúde?

    De que importam as miudezas da vida, diante da morte?
    Aprende-se...
    E claro que se fica com o essencial, o «segredo», quando por força maior não se tem mais relações com as prestações do carro, da casa, as contas da escola dos miúdos... Sobra só o esencial. Entende.se bem.

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