Genial. Como sempre!

16 de janeiro de 2022

 Se questionarem qualquer dos meus dois ou três amigos chegados sobre quem é o meu actor preferido, eles saberão a resposta na ponta da língua.

Há precisamente 30 anos que me tornei uma fã incondicional de Anthony Hopkins. Vi avidamente todos os filmes em que participou. O "Silêncio dos Inocentes" foi apenas o rastilho a fazer despoletar a minha admiração por ele.

Apenas o estado de sensibilidade/vulnerabilidade em que nos deixou a pandemia fez com que, deliberadamente, adiasse constantemente, o confronto com este filme arrebatador, profundamente doloroso e real.
Ontem foi o dia.
Interpretação genial. Como sempre.



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Coisas que me tocam...

15 de janeiro de 2022

     Muito ouvimos já dizer que uma imagem vale mais que mil palavras...

    Sou amante das palavras e daquilo que elas, escritas ou ditas por mãos e bocas hábeis, nos podem fazer sentir.

    Mas também gosto muito de imagens. Sejam elas ao vivo, fotografadas pelos meus olhos, ou captadas por uma camara fotográfica.

    Gosto muito de ver a interacção dos animais com os humanos, de casais idosos, de avós com netos e de crianças entre si. São imagens que me enchem de ternura e me fazem sorrir de gratidão.

    Comovo-me com imagens como estas. São de uma beleza imensa.

Bom Domingo!























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E no dia de hoje...

11 de janeiro de 2022

 Há já uns dias que não escrevo por aqui. 

Não há nada de menos bom comigo. Apenas não me tenho sentido inspirada e, na verdade, este blogue, para mim, mais que um diário onde escrevo coisas para delas não me esquecer, é um local de reflexão ou de extroversão.

Entrei no Novo Ano cheia de esperança e convencida de que este ano vai ser, de um modo geral, para todos um ano melhor que os anteriores... 

Com os anos vou-me focando cada vez mais nos aspectos positivos da vida e aprendendo a canalizar a minha vitalidade para o que é importante. Portanto, devo informar-vos que, embora esteja nos meus planos votar - coisa que faço sempre - não tenho tido paciência nenhuma para debates eleitorais ou diferendos sobre a forma de gerir a pandemia, vacinação das crianças ou não vacinação, certificados ou não certificados. Cada um que faça como tiver por melhor e assuma as consequências, serenamente e em paz. É isso que faço.

E, no dia de hoje - e foi a efeméride que me moveu a escrever -, quero dizer obrigada a todos os que me têm acompanhado nestes meus dez anos de blogosfera, que passam regularmente pela minha casa virtual para saber de mim e/ou partilharem os seus pontos de vista sobre coisas acerca das quais vou discorrendo por aqui.

Sou-vos muito grata e fico sempre de coração cheio com os vossos comentários.  Há pessoas que me seguem e que eu sigo que, embora nunca os tendo abraçado, fazem parte da minha vida como os amigos com que partilho o meu dia a dia fisicamente.

OBRIGADA.



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A vida a ser vida!

14 de dezembro de 2021

 

    Depois de mais de um mês de silêncio forçado, eis que começo a conseguir falar, ainda que sem poder dar-me a grandes entusiasmos vocais. A minha senhora corda vocal parece que com terapia e tal lá vai começando a dar o ar da sua graça.

    Estou contente, muito contente.
    Quem me conhece, sabe que comunicar conversando é uma das coisas que gosto de fazer.
    Foi difícil? Foi!
    Contudo, esta fase, como quase todas as outras em que a vida me abana, foi de crescimento.
    Aprendi que somos mesmo vulneráveis e, apesar de tudo, tão fortes porque nos adaptamos e aprendemos a usar competências que não sabíamos ter.
    Percebi que cuidado e empatia nem sempre vêm de quem conhecemos há muito ou de quem está connosco todos os dias. Nem sempre vêm de quem está longe e faz gala de dizer que tem saudades... e nem sempre vêm de quem está perto. Tive a clara noção de que há algumas pessoas que nós achamos nem sequer nos veem, mas que afinal nos olham. E outras que estão ao nosso lado mas nem sequer nos veem.
    No fundo, o que aconteceu na minha relação com os outros, comigo e com a vida foi o que sempre acontece quando há algum sobressalto: a percepção de que sabemos muito pouco da vida, de nós e, muito menos, dos outros.
    Em suma, foi a vida a ser vida! 




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