O coração nas mãos...

O filho da minha prima preferida teve que ir este fim de semana a umas provas desportivas a Bruxelas. Tenho vindo a acompanhar as notícias e estou com o coração nas mãos...Eu, no lugar dele, não tinha ido, mas quando se é jovem parece que nada nos vai acontecer a nós, lançamo-nos de cabeça. 
Aliás, nos próximos tempos não me aventuro a visitar nenhuma grande cidade europeia e, pensarei duas vezes, quando tiver de ir de comboio a Lisboa e parar pela Gare do Oriente...Detesto andar com o coração nas mãos. Paris teve o condão de me deixar em desassossego...a mim e a quase todos nós.

7 comentários

  1. É complicado. Dá medo só de pensar mas espero que corra tudo bem e ele regresse são e salvo!

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  2. É difícil viver neste clima de medo. Espero que tudo corra bem para ele e para todos nós europeus, que de algum modo estamos todos no mesmo barco.
    Um abraço e uma boa semana

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  3. Infelizmente, é verdade. Parece que não estamos seguros em lado nenhum. Mas não vale a pena ter medo... não vai resolver nada. Eles são completamente imprevisíveis!

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  4. Infelizmente, esses selvagens conseguiram fazer-nos sentir medo!

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  5. O que aconteceu em Paris foi horrível, a mim assustou-me e muito, tenho lá amigos da família que graças a deus estão bem, vais ver que ele vai voltar bem :)

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  6. Fazes mal. O medo paraliza. O medo impede as pessoas de seguirem com as suas vidas.
    Tens razão quando dizes que a juventude parece que nada lhe atinge. Existe sim uma certa inconsequência... mas é por isso que passamos por várias idades, cada qual com as suas características. Ambas se complementam. Os jovens precisam da clareza dos mais velhos e os mais velhos precisam do abre olhos dos mais novos...

    Mas ter medo de vir a Lisboa? Na Gare do Oriente?? Isso parece-me exagero. E tomara que seja mesmo. Portugal tem uma longa história de ser um ponto de passagem, mas nunca um alvo. Até um dia, é verdade. Mas viver no medo? Nem pensar! A morte não mete medo. O sofrimento sim mas morrer, isso todos morremos um dia. Que tal viver sem temer morrer?

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