Não me espanta...mas...

Pois, bem sei que já devem estar fartos de me aturar com as minhas conversas sobre o Papa Francisco. No entanto, se há poucas coisas vindas dele, no âmbito da humildade e de uma enorme amplitude de horizontes, que me espantem, não posso deixar de reflectir sobre a sua imensa humanidade, sobre a forma como o mesmo se encara a si próprio como um vulgar ser humano.
Num livro que será brevemente publicado o mesmo relata ter sido, em tempos, acompanhado, semanalmente, por uma psicanalista judia, sendo que a mesma foi muito importante e útil no apoio que lhe prestou.
Não me espanta que tenha recorrido a tal profissional nem que o revele. No entanto, muitos católicos deveriam parar, pensar e concluir que temos de assumir as nossas condições e os momentos por que passamos. Nem só quem está tolo precisa de apoio dos profissionais da saúde mental. 
Tal como Francisco, deveríamos encarar os nossos momentos menos bons como inerentes à nossa condição humana! 

7 comentários

  1. Eu gostava de consultar um psicólogo, e não tenho nenhum problema. Só acho que faz bem a toda a gente ter algum apoio mental. Desabafar.

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  2. Gosto muito deste papa. É de uma simplicidade e humildade de invejar.

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  3. Deve ser um livro bem interessante.

    Beijocas

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  4. Concordo com a tua a tua "analise".

    Beijinho
    Bom fim de semana.

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  5. Este Papa é realmente um grande exemplo! :)

    amarcadamarta.blogspot.pt

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