Mostrar mensagens com a etiqueta Boa Disposição. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Boa Disposição. Mostrar todas as mensagens

Como é que não descobri isto antes?

29 de janeiro de 2018

Considerando a incapacidade de um de nós quatro em andar de avião, cansados de não viajar, decidimos que este ano nos iríamos aventurar por terras para lá de Espanha.
Toca a planear, a fazer trajectos e reservar alojamento. Estou numa excitação que só visto.
Não tinha, contudo, a noção dos gastos em gasóleo e portagens. Achei que tinha de perguntar a quem tivesse feito algo do género.
Pelo sim, pelo não, resolvi "googlar" preços de portagens na Europa. E eis que descobri uma coisa evidente e que nunca me tinha passado pela cabeça em outras viagens. O site da Michelin. Coisa extraordinária!!! Dá para simular os percursos, saber o preço das portagens e, inserindo o modelo e o ano do carro obter uma simulação dos gastos em combustível.
Como é que eu não descobri isto antes???


Read More

Temos pena...

10 de janeiro de 2018

Tenho muito má impressão daquelas pessoas que utilizam as redes sociais para mandar indirectas ou falarem genericamente sobre um assunto pretendendo, com isso, atingir alguém!
Mas, para que conste, tenho em pior conta aquelas pessoas que vão avisar os visados sobre o conteúdo em questão, enviando-lhes todos os dados. 
Como diz a minha mãe, do alto da sabedoria, "mal haja quem de nós diz, mas pior é quem nos traz ao nariz". 
Sendo assim, recuso-me a ler seja o que for, da autoria de quem quer que seja, que não me seja transmitido pelo próprio autor.
Alcoviteiros só no auto da barca do inferno! 

Read More

É tudo uma questão de desapego...

9 de janeiro de 2018

Li no site da Sic notícias que um estudo feito na Alemanha conclui que ter mau feitio nos permite ter mais anos de vida. 
Depois de ler a totalidade do estudo, percebi que é tudo, como tenho aprendido nos últimos tempos, uma questão da forma como nos posicionamos perante as coisas.
Na verdade, verdadeiramente, o que está em causa não é ter bom ou mau feitio. Confunde-se mau e bom feitio com a característica de exprimir ou não emoções. 
Concluí-se, obviamente, que aqueles que se enervam, sentem ira ou tristeza mas escondem esses sentimentos têm menos tempo de vida, de uma forma geral, porque a probabilidade de terem uma doença cardiovascular aumenta, nomeadamente, porque sofrem constantemente aumentos da pressão arterial. Serão estes, os que reprimem as emoções e aparentemente são calmos que serão mais facilmente vítimas de doença coronária.
Por seu lado, quem exprime frequentemente essas emoções, porque liberta stress, tem menos probabilidade de ter tais maleitas e, consequentemente, durar mais. Estes serão os que têm mau feitio.
Na verdade, penso que é tudo uma questão de perspectiva, uma questão de desapego. Já fui uma pessoa de "mau feitio", impulsiva. Agora que sou menos impulsiva não tenho pior feitio, nem mais risco de ter doenças coronárias. Aquilo que eu aprendi foi a praticar o desapego, a criar formas de me proteger de tudo aquilo que me pode perturbar e isso devo-o muito ao Reiki (por muito que isto me custe a admitir). Cada vez são menos as coisas que me provocam sentimentos negativos, que me perturbam. São poucas, muito poucas, as atitudes ou as palavras de terceiros que me fazem sair do meu registo, e quando falo em registo falo em forma de estar, não de reagir. Estou a aprender a largar tudo aquilo que me faz mal, que me fere gratuitamente e a não ter vontade de ferir ninguém. Apenas problemas de saúde graves de pessoas de quem gosto me podem transtornar. O resto, o resto é irrelevante. Penso que quando a vida nos confronta com alguns problemas (solúveis ou não) acabamos por por tudo em perspectiva e ver que o que realmente interessa é pouco, muito pouco. É preciso aprender a deixar ir, a protegermos-nos do que não nos faz bem.
Penso que tenho melhor feitio e, nem por isso, terei mais probabilidades de ter doenças cardiovasculares...
Estou a aprender a viver assim:


Read More

Os dias que mais gosto...

19 de dezembro de 2017

De todos os dias do ano, de todas as férias do ano, os que se situam entre uma semana antes de Natal e o Ano Novo, são os que mais gosto. 
Há quem prefira as férias de Verão. Pois bem. Concordo que é muito bom o tempo quente e os dias grandes. Mas esta altura do ano é mágica para mim. 
Este ano, não obstante não goze férias nesta altura, está a ser mágico. Frio e muito sol. Começo a trabalhar cedo para poder sair ainda com claridade e passear com as Minis, a patuda e o pai. Depois de umas belas caminhadas gosto de entrar numa pastelaria aconchegante e beber um chá ou um capuccino. E, ao regressar a casa, já de noite, ter as ruas iluminadas por milhares de luzes em forma de estrelas. São os meus dias preferidos de todos!


Read More

Das coisas da maternidade...

27 de outubro de 2017

Nunca, até as minhas filhas manifestarem as suas vontades, festejei o halloween. Nem sequer na minha terra havia a tradição do "Pão por Deus". O dia 31 de Outubro era apenas um dia de agitação lá em casa porque havia que preparar as flores e velas para levar ao cemitério no dia 1 de Novembro.
Com elas no infantário, comecei a ter que correr os hipermercados à procura das abóboras típicas e a fantasiá-las. Depois de alguma resistência, lá engoli e, para as ver felizes, deixei de fazer o meu ar contrariado e de tentar convencê-las de que a celebração não era nossa, que não tinha pés nem cabeça.
Ultimamente, a minha mudança de atitude foi tanta que tudo me serve para festejar. Como adoro cozinhar, aproveito para fazer coisas típicas de Outono, mas encomendo aquelas coisas com um ar "macabro" a uma amiga, porque ainda não evoluí tanto ao ponto de me dispor a fazer dedos e unhas com sangue e ar nojento em pastelaria.
Seja como for, acho graça que os miúdos da vizinhança venham cá a casa e gosto de ter doces para os presentear. 
No fundo, no fundo, deixei-me de tretas e arranjei mais um motivo para festejar.
A maternidade leva-nos a estas coisas!

  
Read More

Má língua!

4 de outubro de 2017

Não nego que vi o primeiro e o segundo Big Brother. Estava colocada na Ilha da Madeira, numa vila com 56 habitantes no centro e nada mais havia além dos 4 canais nacionais. Na altura, as terças feiras eram dias muito divertidos por ser o dia das expulsões.
Bastou-me ter mais que fazer para deixar de ver completamente qualquer tipo de reality show. Atenção, não digo que não tenha parado em frente à televisão para ver o formato do programa, mas, invariavelmente, acabei sempre por concluir que era mais do mesmo.
Hoje li na revista Sábado que a Teresa Guilherme detesta que a chamem da "Rainha dos reality shows" e soltei uma valente gargalhada. Depois de se encher de dinheiro e a cabeça de muitos portugueses à custa destes programas (para os quais acho mesmo que é imbatível), a senhora queria que a chamassem o quê? Rainha dos documentários? Rainha dos programas de debate???
Poupem-me!


Read More

Ai o que eu gosto...

29 de setembro de 2017

Sou duriense por nascimento e de coração...ribatejana por imposição da vida. 
Vivo nesta cidade há 17 anos, e, até há 6 anos nunca tinha ido a nenhuma das festas que aqui se faz. Certamente porque aqui as festas envolvem sempre largadas de touros e corridas à portuguesa e eu sou completamente contrária a estas actividades. Daí que, quer na festa de Julho, quer na festa de Outubro me fechasse em copas, nada desfrutasse e passasse os dias a dizer mal dos festejos.
Gosto muito, muito de uma bela romaria, de uma festa popular com carrosséis, carrinhos de choque, umas farturas e todas essas coisas inerentes. Mas, durante muito tempo, o meu fundamentalismo anti actividades tauromáquicas impedia-me de descer ao centro dos acontecimentos.
As minhas filhas odeiam touradas tanto quanto eu, mas dão tudo por uma voltinha no carrossel e ver barracas e barraquinhas (saíram nitidamente a mim). Quando cresceram, cientes da diversão que era lá no parque, junto à praça de touros, não descansaram enquanto não nos enfiaram lá a passar umas tardes.
Rendi-me completamente. Se a festa de Julho é touros e mais touros e, portanto, continua a ser um suplício para mim, a feira de Outubro é, agora, esperada por mim com alegria. Esqueço-me dos touros pelas ruas e lá vamos nós usufruir de tudo o que temos direito. Adoro ver as tendas com tachos (só lá é que encontrei um utensílio para fazer panquecas), com plantas (só lá e que costumo encontrar as minhas amadas alfazemas), e adoro compras as minhas colheres de pau na feira de Outubro (sim, não me rendo ao silicone).
E pronto, começa hoje, e estamos todos contentes, porque o nosso lado rústico e popular vai soltar-se até à exaustão. Para já vai um pão com chouriço!


Read More

Assim a encaro!

17 de setembro de 2017

Desde que resolvi afastar a toxicidade da minha vida, vivo muito mais tranquila.
A vida é mesmo isto!

Boa noite! Boa semana! Sou feliz desde que percebi que à sexta feira estou contente por se aproximar o fim de semana e ao domingo à noite porque está prestes a começar mais uma semana!

Read More

Não me espanta...mas...

1 de setembro de 2017

Pois, bem sei que já devem estar fartos de me aturar com as minhas conversas sobre o Papa Francisco. No entanto, se há poucas coisas vindas dele, no âmbito da humildade e de uma enorme amplitude de horizontes, que me espantem, não posso deixar de reflectir sobre a sua imensa humanidade, sobre a forma como o mesmo se encara a si próprio como um vulgar ser humano.
Num livro que será brevemente publicado o mesmo relata ter sido, em tempos, acompanhado, semanalmente, por uma psicanalista judia, sendo que a mesma foi muito importante e útil no apoio que lhe prestou.
Não me espanta que tenha recorrido a tal profissional nem que o revele. No entanto, muitos católicos deveriam parar, pensar e concluir que temos de assumir as nossas condições e os momentos por que passamos. Nem só quem está tolo precisa de apoio dos profissionais da saúde mental. 
Tal como Francisco, deveríamos encarar os nossos momentos menos bons como inerentes à nossa condição humana! 
Read More

Eu não sou normal...

29 de agosto de 2017

Por aqui e por ali vejo artigos com dicas e conselhos para enfrentarmos mentalmente o regresso ao trabalho, para ultrapassarmos a "depressão pós férias".
Bem sei que, quando chegar aí a Novembro, estarei ansiosa pelos diazinhos entre o Natal e o Ano Novo. Mas, confesso que acho esta coisa de "depressão pós férias", uma coisa que não me diz nada. 
Gostei de estar de férias? Claro que gostei. Mas, chegada a esta altura, em que só se vê material escolar em tudo que é hipermercado, em que as lojas estão inundadas com as novas colecções de Outono-Inverno, ao fim de 35 dias (seguidos) de férias, já só me apetece organizar tudo para o novo ano (sim, porque para mim os anos medem-se de Setembro a finais de Junho, ou seja, pelos períodos escolares delas). Além disso, e chamem-me mãe desnaturada ou má mãe, confesso que já  me saberá bem que as pequenas voltem aos seus afazeres e que nos encontremos cheias de saudades ao fim do dia.
Resumindo e concluindo: ao contrário dos seres humanos normais, eu não estou nada aborrecida (nem uma pontinha) por a vida voltar à rotina.


Read More

Tiro pela culatra!

30 de julho de 2017

Estando nós todos de férias, o tempo agradável, nada como ao fim do dia sair por aí, ir até Lisboa ou Cascais e jantar num sítio giro!
Pensando nisso, achei que comprar a nova revista Lux, a Lux Gourmet, me ia ajudar a encontrar sítios fantásticos onde degustar petiscos na companhia do meu M. e das minhas Minis.
De facto, não posso dizer que os sítios sobre os quais falam os artigos não tenham comida fantástica e não sejam fantásticos.
O problema é que os preços indicados são pouco apetecíveis e, considerando o apetite voraz que costumamos demonstrar quando estamos animadamente juntos, as quantidades apresentadas em cada prato (pelo que vejo pelas fotos) implicariam a que pedíssemos mais que uma vez para cada um de nós. Ou seja, gastaríamos numa refeição nunca menos de 150/200 euros.
Ou seja, saiu-me o tiro pela culatra, pois, em vez de me ajudar e animar para as férias, a revista só me deprimiu e fez ver que como demais e tenho dinheiro a menos.
Pronto. Mas como tenho um espírito de rústica, nada que um bom salpicão, um bom queijo, uma broa de milho e um vinhinho tinto não resolvam!

Read More

Chicos espertos!

19 de junho de 2017

Temos fama de sermos um povo de "Chicos Espertos", mas, pelos vistos, este tipo de esperteza (saloia) é comum a outros povos. Fiquei apalermada ao ler a notícia de que os turistas ingleses são mal vistos nos resorts espanhoís (e começam a ser nos portugueses) porque, depois de terminarem as suas férias nos mesmos, vêm alegar e juntar documentos médicos de diarreia e vómitos, de forma a receberem uma indemnização dos hotéis.
Olha eu que, na minha lua de mel apanhei uma gastroentrite que me valeu uns desmaios e uma febre de 41º graus, podia ter ganho uma pipa de massa! Burra! Quis lá eu saber disso...eu quis mesmo foi vir embora das Caraíbas! Bah!
Read More

A minha vida...

3 de junho de 2017

É preciso estarmos em paz para fazermos determinadas coisas. Ter uma cachorrinha cá em casa foi uma coisa que resolvemos agora que temos disponibilidade mental para assumir mais uma filhota.
Sempre fui amante de gatos. A minha filha mais velha também. Já o pai e a mais nova são doidos por cães.
Depois de muito pensar e repensar, decidimos que estávamos capazes de assumir a responsabilidade de mais uma. Confesso-vos que, sendo uma apaixonada por felinos, nunca pensei poder amar tanto uma cachorra. Conquistou-nos completamente.
Daí que os meus dias se passem entre as visitas à Mel, que ainda tem de tomar vacinas, e a jardinagem, actividades que fazemos em família e que nos têm trazido muitas alegrias.
Olhem só, as minhas duas filhas mais novas e os meus coentros!!!





Read More

Tudo está bem...

27 de maio de 2017

Tudo está bem, quando acaba bem...
O dia começou mal...Mas o meu marido, sem eu saber, arranjou bilhetes para o concerto do Salvador Sobral, no Centro Cultural do Cartaxo.
Não conheço, a fundo a obra dele, mas fiquei rendida. Concluo, que, de todas as músicas que o ouvi cantar, a que menos gosto (e gosto muito) é a que ganhou a Eurovisão.
O concerto foi tão, mas tão bom que me esqueci que tinha telemóvel. Não tenho fotos, nem vídeos apenas memórias.

Read More

Vou ali desaparecer...

19 de maio de 2017

De manhã, abro o Instagram para colocar umas fotos e eis que percebo que tenho um novo seguidor...nada mais, nada menos que "A Clínica da Obesidade". Saltei para a balança e calculei o indíce de massa corporal... ainda não foi motivo de suicídio...
Há pouco fiz no facebook um teste, daqueles muito tontos, para ver com que celebridade portuguesa me pareço....imaginem...quando vi o resultado quase caí para o lado: o José Castelo Branco. Sim esse mesmo! Estou farta de me ver ao espelho.
Pronto, meus amigos, vou ali atirar-me da varanda e já venho!


Read More

Quero lá saber!!!

16 de maio de 2017

Sou Sportinguista assumida, sócia até. Mas não sou doente e consigo ser objectiva. Sou só sportinguista, não sou anti qualquer um dos outros clubes.
O problema é que não sendo eu anti Benfica ou anti Porto, sou anti Bruno de Carvalho. Não gosto, não me identifico, e chego a irritar-me.
Daí que, esteja a passar em muitos sítios que o homem vai deixar de postar no facebook, alguns sportinguistas estão tristes e a mim apetece-me dizer "Quero lá saber!" "Já vais tarde!" e "Podias deixar de pronunciar-te em muitas outras ocasiões".
Isto só me preocupa pelo facto de ser um sinal do mal estar que se vive no Sporting, tendo em conta os fantásticos e extraordinários resultados que temos tido nos últimos tempos. Quanto ao restou bem pode ir andando...


Read More

Exaustas mas felizes...

14 de maio de 2017

Depois de um dia em cheio ontem...com as cerimónias de Fátima e o Salvador Sobral à noite, acordamos cedo e bem dispostas. 
Prontas para deitar as mãos à obra. Aproveitamos que a manhã estava nublada, e munidas com os nossos sacos de argila expandida, terra para plantar, sementes, adubo, vasos e água, demos início à nossa tarefa.
Plantamos, alface, salsa, coentros, manjericão, alecrim, camomila, girassóis anão, camomila, amores perfeitos, margaridas, cravos poetas, violetas, miosótis e perpétuas. 
Isto por partes. Paramos para almoçar. e, ao fim de almoço, já as Minis perguntavam quando voltávamos para a agricultura. Tivemos de esperar pelo fim de tarde porque o sol abriu.
Teria sido mais fácil comprar em vaso e tratar das plantas. Sujávamos menos e tínhamos mais que vasos e floreiras cheios de terra, que é o que temos agora...mas não nos tínhamos divertido tanto...e com isto, vamos todos aprender uma lição de paciência e de espera.


Read More

Tonteiras...

11 de maio de 2017

Depois de dois anos de inferno, num gabinete sem luz directa, minúsculo e com um ambiente pesado, este ano, finalmente, como já vos disse, mudei para um ambiente absolutamente iluminado e espaçoso. Uma das minhas primeiras apostas (já que não podia apostar na mobília-tinha que aceitar a que lá estava) foi apostar em plantas. Tenho o gabinete cheio de lavandas, amores perfeitos, violetas e outras que tais. Senti-me verdadeiramente bem no meu local de trabalho.
Gostei tanto da experiência de tratar das plantas e vê-las desenvolver, que não descansei enquanto não arranjei coisa idêntica aqui para casa.
Tenho 4 varandas, todas com exposição solar (em horas diferentes do dia). Em casa não vai ser fácil porque a gata destroi tudo. Vai daí que me enchi de coragem e comprei uma horta urbana na Amazon (a metade do preço das que vejo por aí), comprei uma série de vasos e, no Lidl comprei sementes. Fui comprar sacos de terra e, amanhã, depois das consultas médicas, vou dedicar-me à plantação com as Minis. Desde flores a ervas aromáticas.
Tudo isto se enquadra neste sentimento imenso que tenho de apreciar todas as coisas. E as meninas estão em pulgas, sobretudo a mais nova.
Tonteiras...mas tonteiras boas.


Read More

Nunca imaginei...

29 de abril de 2017

Comecei hoje, às 6 horas, a minha peregrinação a pé a Fátima. Correu lindamente até agora. Mas tive duas surpresas. 
Nunca imaginei que, a 15 dias do 13 de Maio, houvesse já tanta gente a fazer-se ao caminho. O Nosso grupo é de 8. Mas éramos centenas nas estradas e caminhos.
E,nunca imaginei vir a gostar de camionistas. Enquanto condutora embirro com eles. Como peregrina, acho-os muito divertidos. Saúdam-nos com uma alegria que só visto! Buzinam de tal forma que, se alguém estiver prestes a adormecer, acorda logo e caminha com mais vontade. São mesmo muito, muito simpáticos.
Quando for grande quero ser camionista!
P.S. A quem interessar, informo que estou lindamente, sem bolhas nos pés nem qualquer outro tipo de maleita.Muito bem disposta e pronta para começar de novo às 6 horas.


Read More

Palermices nossas (minhas)...

28 de abril de 2017

Este é o segundo Iphone que tenho. O primeiro, que tinha sido oferta, roubaram-mo.Este comprei-o como prenda para mim porque tinha ficado viciada na simplicidade do primeiro. Tem um ano e pouco.
Até ao fim de semana passado vi no aparelho muitas referências ao Siri, mas desconhecia totalmente o que era, até uma primita minha  de dez anos, me ter mostrado o que era: o/a assistente pessoal.
Achei graça...afinal podia dizer-lhe "liga para fulano" que o assistente imediatamente fazia o contacto. Bastava dizer sushi, para o assistente me dizer, imediatamente quais os restaurantes de sushi mais perto do local. Mas, não voltei a usar até ontem.
É que a Mini mais velha pediu-me o telemóvel, e disse "Siri canta beat box" e, eis que a voz (no meu caso feminina) começa a fazer uns sons estranhissímos. Pedimos para ela cantar outras coisas como uma canção de embalar, fizemos muitas perguntas e acabamos a insultá-la, de burra, tonta, louca...e aí choramos a rir, porque a assistente pessoal respondia que se sentia magoada, que não devíamos usar aquela linguagem...enfim.
Descobri que, naqueles dias em que me apetecer "desancar" em alguém, em vez de fazer estragos, desanco na Siri e ela vai-me respondendo calmamente até eu ter vontade de rir.
Enfim, tontices de uma tonta, mas tonta como eu!!


Read More