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Já percebi...

14 de novembro de 2017

Foi preciso chegar a época de Natal para realmente "me cair a ficha" como se costuma dizer. Toda a gente a dizer que as meninas estavam a ficar umas crescidas, eu a comprar os tamanhos de roupa maiores, a ter conversas cada vez mais maduras com elas...mas eu sem me aperceber muito bem!
Até que chegou o folheto de Natal da Toys`R`US e não suscitou qualquer interesse ( ao contrário de antigamente em que o viam milhões de vezes e todos os dias queriam alguma coisa diferente). Até que veio o fim de semana dos 50% de desconto nos brinquedos no Continente e elas nem chamaram atenção para o facto. Até que chegamos a meio de Novembro e elas, para além dos bilhetes para o concerto da Shakira (que, entretanto, foi cancelado) não pediram nada em concreto.
Pois é. Elas cresceram mesmo. Estamos na fase seguinte. Tenho alguma nostalgia. Mas não é mau. É sinal que elas estão a desenvolver-se.

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Assim a encaro!

17 de setembro de 2017

Desde que resolvi afastar a toxicidade da minha vida, vivo muito mais tranquila.
A vida é mesmo isto!

Boa noite! Boa semana! Sou feliz desde que percebi que à sexta feira estou contente por se aproximar o fim de semana e ao domingo à noite porque está prestes a começar mais uma semana!

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Estarei ultrapassada?

9 de julho de 2017

Estou aqui com uma dúvida existêncial..
A Mini mais velha está com uma infecção e o pediatra receitou antibiótico.
Quando o fui levantar na farmácia, a farmacêutica, perguntando que idade tinha a criança para quem era o medicamento (ao que eu respondi, 11 anos), alertou-me que, caso a mesma estivesse a fazer contraceptivo oral, o mesmo poderia perder a eficácia.
Eu até percebia e achava normal se ela tive 14 anos. Mas, 11 anos?
Será que fiquei apalermada só por ela ser minha filha ou estarei mesmo demodée???
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Também vos aconteceu?

4 de maio de 2017

Uma amiga um pouco mais velha que eu encontrava-se hoje bastante nostálgica e pensativa. Hoje era dia de aniversário da sua única filha, que se encontra quase a ter bebé e ela além de pensar em como a vida corre depressa, desabafou comigo que temia que o facto de a filha se tornar mãe dentro em breve, a distanciasse dela...que tornasse mais superficial a relação profunda existente actualmente entre ela.
Não se se convosco aconteceu, mas, comigo, curiosamente, o facto de ter sido mãe só me fez aproximar ainda mais dos meus pais. Se bem que fui sempre fazendo as coisas à minha maneira (ninguém sabe o que é melhor para as minhas filhas que eu e o pai, já que as conhecemos muito bem), o que é certo é que a maternidade me deu uma perspectiva completamente diferente da vida, nomeadamente no valor e carinho que dou aos meus pais. Isto, porque, se por um lado percebi, finalmente, o que é viver com o coração fora do peito e os sacrifícios (compensados é claro) que ter filhos implica, por outro lado, no caso específico da minha mãe, conheci uma faceta que não conhecia (ou talvez conhecesse mas não da forma exagerada que é com as minhas filhas). Conheci a faceta de uma mulher absolutamente "babada" pelas netas, com uma energia e paciência que comigo não tinha. 
Claro que perdi algum do meu espaço enquanto filha, porque sinto que, quando estamos juntos a vontade de matar saudades que vem imediatamente ao de cima é em relação a elas. No entanto, confesso, isso até me faz feliz.
Para mim vale a máxima:

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Tal e qual!

31 de março de 2017


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Excesso de protecção...

12 de janeiro de 2017

Neste momento, não temos ninguém que nos ajude nas tarefas domésticas. A senhora que cá vinha todas as manhãs reformou-se e estamos entregues a nós próprios. Nada que não aconteça na maior parte dos lares portugueses...nada de anormal, portanto.
No entanto, quando olho para as minhas filhas, uma delas pré adolescente, penso que, de facto, vivemos numa época em que temos medo e sentimos-nos, por vezes culpados, enquanto pais. Da idade das minhas filhas, não obstante termos empregada diária durante todo o dia, eu já fazia a minha cama, ao fim de semana arrumava o meu quarto de ponta a ponta e as casas de banho.
Tenho vindo a ensinar as miúdas, e, agora, mais que nunca, considerando os nossos horários e a falta de suporte familiar, temos de funcionar como uma equipa, cada um sabendo o seu papel...No entanto, vejo o quão "atadas" são...o quanto ainda me pergunto se não estarei a sobrecarregá-las com pequenas tarefas domésticas...
Mas, depois penso que, se não o fizer não só terei mais trabalho, como as prejudico, porque nunca se autonomizarão e a minha função é dar-lhes as asas. Voar, têm de o fazer sozinhas.

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