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O que me dá paz...

9 de maio de 2017

Sempre fui uma pessoa com ambições, com projectos e mil e uma perspectivas de futuro. O exagero de ambição (não apenas em termos profissionais) fazia de mim não só uma pessoa com vontade de se superar, mas também uma pessoa que não parava para apreciar as pequenas coisas e que viva constantemente insatisfeita. A minha insatisfação causava alguns incómodos a algumas pessoas que não a entendiam...eu entendia que tinha de ser assim...
Até que passei por uma fase muito má na minha vida e senti-me ir ao fundo. E como nada acontece por acaso, no preciso momento em que me estava a afundar, do nada, reencontro aquela que sempre foi a minha melhor amiga (mais que uma irmã) e de quem, algum mal entendido, me havia afastado. Com ela aprendi a serenidade e, daí, foi um passo para que abrisse os olhos para o que me rodeia e me sentir infinitamente grata pela minha vida.
Não deixei de ter objectivos e sonhar...mas deixei de viver apenas a ansiar que acontecesse isto ou aquilo. Aprendi a apreciar e a amar a minha vida. Esta atitude de gratidão faz de mim uma pessoa em paz e, de um modo geral, feliz.  A gratidão é essencial, não apenas como reconhecimento aos outros, mas como atitude que nos leva à harmonia.
Boa noite. Bons sonhos.


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Também vos aconteceu?

4 de maio de 2017

Uma amiga um pouco mais velha que eu encontrava-se hoje bastante nostálgica e pensativa. Hoje era dia de aniversário da sua única filha, que se encontra quase a ter bebé e ela além de pensar em como a vida corre depressa, desabafou comigo que temia que o facto de a filha se tornar mãe dentro em breve, a distanciasse dela...que tornasse mais superficial a relação profunda existente actualmente entre ela.
Não se se convosco aconteceu, mas, comigo, curiosamente, o facto de ter sido mãe só me fez aproximar ainda mais dos meus pais. Se bem que fui sempre fazendo as coisas à minha maneira (ninguém sabe o que é melhor para as minhas filhas que eu e o pai, já que as conhecemos muito bem), o que é certo é que a maternidade me deu uma perspectiva completamente diferente da vida, nomeadamente no valor e carinho que dou aos meus pais. Isto, porque, se por um lado percebi, finalmente, o que é viver com o coração fora do peito e os sacrifícios (compensados é claro) que ter filhos implica, por outro lado, no caso específico da minha mãe, conheci uma faceta que não conhecia (ou talvez conhecesse mas não da forma exagerada que é com as minhas filhas). Conheci a faceta de uma mulher absolutamente "babada" pelas netas, com uma energia e paciência que comigo não tinha. 
Claro que perdi algum do meu espaço enquanto filha, porque sinto que, quando estamos juntos a vontade de matar saudades que vem imediatamente ao de cima é em relação a elas. No entanto, confesso, isso até me faz feliz.
Para mim vale a máxima:

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Não consigo mudar!

5 de abril de 2017

Li hoje mais uma notícia relativa a um estudo, segundo o qual aquele hábito que muitas pessoas têm de pôr o despertador uns 10 minutos (ou mais ou menos) só lhes faz mal. Diz o mesmo, como já muitos outros disseram, que esse período cria uma confusão no cérebro, pois dá-lhe "permissão" para continuar a dormir e, quando este está a relaxar, acorda-o de novo. Diz também que causa mais cansaço e sonolência ao longo do dia.
Aceito tudo isto como verdade, até porque há anos que vejo estudos sobre o assunto e são, de um modo geral, todos coincidentes.
Apesar desta verdade que me entra pelos olhos dentro, mantenho-me fiel a este mau hábito. Já tentei pôr o despertador para a hora exacta de levantar. O resultado foi que desliguei o despertador, só me levantei passado um bocado e cheguei atrasada ao trabalho, por isso, deixei-me de coisas e pronto, continuo a fazer-me mal.

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Não sou...

22 de março de 2017

Não sou mulher de selfies... e não fui ao longo dos meus 44 anos (está quase), mulher de me maquilhar. Pura e simplesmente não tenho paciência. Maquilho-me em dias de festa e dentro do básico.
No entanto, sou mulher de maluqueira e, um dia destes, deu-me. Para fazer a vontade à minha filha mais velha, comprei um batom, até meio rasca e pintei os lábios. Tinha ido arranjar as sobrancelhas (coisa que faço muito raramente por que me doí como o "caraças") e resolvi tirar uma selfie que pus como minha foto de perfil no facebook.
Bem, os meus amigos reais (sim, porque são poucas as pessoas com quem mantenho amizade no facebook que não conheço há anos e as que não conheço para além do mundo virtual, parece que as conheço há anos), parece que tinham visto uma coisa do outro mundo. Veio toda a gente mandar o seu bitaite e dizer que devia andar sempre com maquilhagem.
Confesso que, sempre sempre, não me apetece...mas dei por mim a comprar produtos de maquilhagem de jeito, que me ajudem a proteger a pele (que já vai tendo algumas rugas) e que disfarcem e me deêm um ar mais animado nos dias em que pareço um zombie.
Se bem que acredite que a juventude é um estado de espírito, às vezes é preciso dar uma ajudinha para manter esse espírito.



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Uma nulidade!

28 de fevereiro de 2017

Uma nulidade é como eu me sinto quando vejo determinados vídeos de bricolage, costura ou culinária partilhados no facebook. Na verdade, há uma panóplia de coisas giras e receitas aparentemente tão saborosas e muito muito fáceis de fazer, que me pergunto para onde vai a minha criatividade e onde ficaram as minhas habilidades.
Nos vídeos tudo parece fácil, rápido e maravilhoso. Mas, depois, aqui em casa, as coisas são bem mais complicadas.
A minha mãe insistia em ensinar-me que "Depressa e bem, não há quem...". Passados estes anos todos e visualizados tantos vídeos, creio que ela me andava a enganar...

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Agora que...

31 de dezembro de 2016

Agora que já passa da meia noite e entramos no último dia de 2016, gostava de partilhar convosco o que sinto.
Se pudesse dizer uma palavra ao ano de 2016, dir-lhe-ía: OBRIGADA!!! 
Obrigada pelos reencontros das pessoas de quem, verdadeiramente, nunca me havia perdido porque só se perde quando deixa de se amar alguém.
Obrigada por me ter tirado de onde me sentia sufocar e levado para o local onde descobri a minha verdadeira vocação.
Obrigada por ter mantido saudáveis e felizes os que mais amo: as minhas Minis e o pai M..
Obrigada pela saúde e constante presença dos meus pais...que são os meus pilares.
Obrigada por tudo o que me faz sentir uma MULHER ABENÇOADA.

Porque o meu sorriso pode nem sempre estar estampado na cara. Mas está-o sempre no coração.DESEJO QUE, EM 2017, SEJAM, PELO MENOS, TÃO FELIZES COMO EU FUI EM 2016.


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Momento zen...

5 de novembro de 2016

E, mais uma vez, dei provas da minha anormalidade...Vou ao dentista e tenho, enquanto estou lá a ser tratada, o meu momento zen. Pela enésima vez, adormeci. Só demorei mais um bocadinho, porque o meu marido e a minha filha, sentados à espera, não paravam de conversar...
Não fui ao yoga...mas tive o meu momento de relaxamento...


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Bem sei... bem sei...

27 de outubro de 2016

Bem sei que estiveram cerca de 30º graus. Bem sei que quando trouxe as Minis da catequeses, às 19 horas e 30 minutos, estive a comer um gelado...
Mas que querem? Faça chuva ou faça sol, faça calor ou faça frio, não me consigo deitar sem beber uma chávena de chá (infusão, por vezes) quente e ler duas ou três páginas de um livro...ou ler uns quantos blogs que são pedaços de vidas!

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Good mood?

8 de junho de 2016


Pois este conselho não serve para mim. Quanto muito "medium mood"! Good mood só mesmo depois de tomar banho, o pequeno almoço, ter tratado das Minis, as ter deixado na escola, ter tomado um café, e estar sentada à secretária com serviço não exagerado para fazer.
Há coisas que me condicionam...não dependem só da minha vontade e, quanto ao acordar, já melhorei muito o meu humor desde que fui mãe...antigamente era de fugir!
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Do mais profundo...

31 de maio de 2016

Há dias em que as pessoas que estão no mais íntimo do nosso coração nos tocam de uma forma que nos marca para sempre. Hoje foi um desses dias...Foi um dia em que me fizeram ir buscar ao baú algumas das minhas memórias mais profundas e de que prefiro não me lembrar...Foi um dia em que me fizeram sentir que de pouco me vale que me admirem intelectualmente, se falho constantemente enquanto ser humano...
Boa noite!
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Eu??? Nunca!

18 de maio de 2016

Publico algumas fotos nossas e das Minis no facebook, com elas vestidinhas e restrinjo a visualização aos amigos chegados. Não sinto culpa ou remorsos. Não as posso trazer de burca na rua e, enquanto brincamos no parque, qualquer tarado/a pode fotografar-nos sem darmos conta e partilhar as fotos.
O que eu nunca faria era publicar uma foto deste género, mesmo não se vendo os rostos. Não partilho coisas tão íntimas nem com os amigos chegados. Mas, ao que parece, esta foto deu muita polémica...olho para a foto e não me choca enquanto foto em si....choca-me é que haja pessoas com necessidade de partilhar nas redes sociais momentos tão nossos, tão íntimos.


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Opostos...

17 de maio de 2016

Aqui a Maria do Mundo só conhece a sério dois tipos de calçado: botas e sandálias. Passo o ano assim e passam anos e anos em que não compro sapatos. De modos que, ontem fui trabalhar de botas e meias e morri de calor...como não conheço meio termo, hoje fui de sandálias, e tive os pés gelados todo o dia...que isto de passar o tempo sentada na secretária, além de engordar não ajuda a aquecer...
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Eu não!

3 de maio de 2016

Gosto de passear sozinha a pensar na vida e nas coisas boas (ou menos boas, consoante a altura) que me acontecem...Embora morra de saudades das minhas filhas e do meu marido, por vezes, gosto de chegar a chegar a casa e não estar cá ninguém a não ser o silêncio...Não, não morro de tédio quando estou sozinha, embora ame as minhas companhias habituais.


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Tão eu!!!

28 de abril de 2016

Isto é tão eu!
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Não duvidem!!!

24 de abril de 2016

Tenho carta desde os 18 anos...há, portanto 24 anos. Conduzir é uma das minhas actividades preferidas (excepto nas minhas manhãs a correr de casa para a escola e da escola para o trabalho). Acabei de fazer uns quilómetros, ao fim da tarde, com o sol a por-se, pelo meio dos campos, numa estrada quase só de rectas, com a música a altos berros...
Foi libertador!


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Drama existencial...

23 de abril de 2016

Depois de, na caixa do hipermercado, a minha mala se ter virado ao contrário e o conteúdo ter vindo todo para o chão, por ali se espalhando inúmeros objectos, papéis e moedas fiquei deprimida...demorei um tempão a juntar tudo e meter dentro da mala outra vez.
Agora, estou com um drama existencial: porque é que eu não faço parte daquele grupo de mulheres que traz sempre a mala impecavelmente ordenada??? Porque é que, por mais que lhe dê uma arrumação, pouco tempo depois está cheia de coisas inúteis?


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Tenho a dizer que...

1 de abril de 2016

Até sou uma pessoa dada a partidas e a piadas. Recebo-as de bom humor, embora não seja menina para fazê-las com frequência, como é o meu marido.
No entanto, devo dizer-vos que não acho piadinha nenhuma às partidas do dia 1 de Abril. Nas notícias que acompanho no facebook já catei umas quantas e sem graça mesmo nenhuma. Ou as pessoas estão a perder a imaginação e a tornar-se menos credíveis, ou eu estou a ficar cada vez mais sisuda e desconfiada!
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Sobre mim...

29 de março de 2016

E há tanta gente por aí capaz de me fazer enjoar...
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Estou cansada...

27 de março de 2016

Estou cansada de ir ao supermercado, de propósito para comprar uma coisa, e vir de lá com 50 coisas menos aquela que pretendia comprar.
Ontem fui comprar kiwis para a Minis Mais velha e vim de lá com um saco cheio de compras e trouxe tudo menos a dita fruta.
Hoje fui com ideias de comprar farinha Maizena para fazer leite creme, e trouxe o jornal, pão, bananas, e, não trouxe a farinha.
Como li algures, a maior mentira que conto a mim própria é "não é preciso anotares isso que tu lembras-te!"
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E mais de 30 anos depois...

25 de março de 2016

Desde que começaram as férias da Páscoa que as minhas Minis se têm dedicado, literalmente, a "papar" episódios da Heidi, que veêm no NPLAY da NOS ao qual aderi na semana passada. Passam de episódio em episódio e não se cansam...Hoje sentei-me no sofá com elas e senti-me como há mais de 30 anos...dei por mim a chorar quando a Heidi regressou às montanhas e reencontrou o avô...e, ali fiquei, como elas, de boca aberta, a ver uma série mil vezes revista!

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