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Curioso, não?

30 de janeiro de 2018

Percurso feito, caminhos escolhidos e alojamento marcado em mais de uma dúzia de sítios diferentes. Vai ser um périplo e tanto!
Uma coisa que notei, porque para ela estava particularmente atenta: todos os hotéis que vi para lá da Espanha têm os animais de estimação como bem vindos. Não levamos a Mel nem a Mimi connosco. Mas, se fizessemos muita questão, o alojamento no mesmo hotel que nós não seria problema.
O ano passado, quando quis marcar férias no Algarve, tive de andar à cata de locais que aceitassem as minhas patudas e não foi fácil.
Quem sabe, qualquer dia, quando donos de patudos estiverem devidamente conscientes dos seus deveres e os não donos perceberem dessa forma que a bicharada só faz bem (e friso, desde que os donos cumpram as suas obrigações), possa ser assim fácil encontrar alojamento por aqui. Até lá, todos temos um caminho a percorrer.


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Poupem-me!!!

2 de novembro de 2017

Vivemos uma época de exageros...tudo se leva aos extremos. Tudo gera paixões e ódios.
Se há coisa que eu prezo é o bom senso, o meio termo.
Nem preciso de reiterar aqui o quanto gosto de animais. O quanto adoro a minha gata Mimi e a minha cachorra. Não imagino a minha vida sem elas e sinto mais saudades delas do que da maioria das pessoas que fazem parte da minha vida.
Não me choca que me perguntem pela Mel (que anda sempre connosco na rua e suscita muitas simpatias) como sendo a minha "menina mais nova"!
Não me choca que os casais prefiram ter bicharocos a ter filhos. Apesar de tudo um ser humano dá muito mas muito mais trabalho a educar e cada um sabe da sua vocação.
No entanto, esta loucura com os animais, por vezes já roça o ridículo. Esta imagem para mim é absolutamente exagerada e não me suscita simpatia, mas há milhares de pessoas a achar que é mesmo assim!!
Se calhar eu estou ultrapassada, mas não consigo deixar de achar uma tolice. Vá, e agora, digam de vossa justiça. Pode ser que eu esteja mesmo a ver mal as coisas.

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Chocada!!!

3 de outubro de 2017

Não preciso de dizer a quem em acompanha o quanto gosto de animais, o quanto mimo dou às minhas gata e cadela e o quanto me preocupo com o bem estar delas. Deixei de ir a determinados sítios porque não permitem animais e eu gosto de estar na companhia da cachorra. Fazem parte do meu agregado familiar, falo com elas como se fossem bebés, sofro com as suas dores e fico feliz com as suas conquistas. Não tenho problema em dizer que não tenho nojo delas. Há coisas que não são agradáveis (como limpar os xixis e os cocós de descuido) mas é inerente e não me causa qualquer transtorno.
Todo este blá blá blá, para vos dizer que sou completamente apaixonada pelas patudas. No entanto, apesar de serem membros do agregado familiar, não as ponho em patamar de igualdade com as minhas filhas, embora venham imediatamente a seguir. As crianças humanas, sejam de que raça ou nacionalidade forem deveriam estar sempre em primeiro lugar. 
Tudo isto, para dizer que me deixa realmente espantada e a perceber que vivemos uma época de histerismo e endeusamento dos animais, a informação de que é cada vez mais frequentes os donos (ou pais como alguns preferem chamar) de patudos recorrerem a cirurgiões estéticos, para corrigir uma orelha mais descaída, ou para por um botox para por um focinho mais simétrico. 
Eu já sabia da existência de consultas de psicologia para animais deprimidos e percebo, a sério, que eles possam estar deprimidos e necessitem de ajuda especializada.
Agora desculpem-me, gastar fortunas a corrigir uma orelha mais descaída, colocar botox no cachorro, será mesmo porque se gosta do animal? Para mim é loucura...é desvario. Confesso, não entendo!!! É uma insanidade! Tantos miúdos que não têm sequer água potável!

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Em abstracto: totalmente a favor! Em concreto: não sei!

20 de setembro de 2017

Li, há pouco, que vai ser discutida uma proposta de legislação com vista a que seja permitida a entrada de animais de estimação em todos os estabelecimentos comerciais, incluindo os de restauração e hipermercados. 
Devo dizer, que, tendo eu, além dos peixes, uma gata e uma cadela, esta medida me pareceu, em abstracto, razoável. Na verdade, muitas são as vezes em que gostava de poder levar a cadelita comigo a muitos sítios, pois que eu aprecio a companhia dela e ela adora sair. 
No meu caso, e no caso de muitos pet lovers que eu conheço, penso que a aplicação desta medida não trará grandes complicações.
No entanto, depois de meditar sobre o assunto, penso que será prematuro adoptar estas medidas. Na verdade, falo por experiência própria, em termos de vizinhança, penso que ainda há um longo caminho a percorrer em termos de civismo nesta área, sobretudo em termos de higiene e sanitários (propagação de doenças, na medida em que. se bem que o façam cada vez mais, muitos dos portugueses não levam as mascotes à vacinação ou desparasitação).
Não seria mal pensado exigir-se a exibição de um atestado de sanidade... Se bem que me parece pouco confortável para o patudo e não me agrade fazê-lo, sem mais, à minha Mel, não sei se seria de impor que o mesmo usasse uma fralda nessas alturas. Na verdade, nem todos têm a mesma perspectiva acerca dos patudos...se há tanta gente a reclamar com a presença crianças em determinados restaurantes ou locais de diversão (embora haja patudos bem melhor comportados que alguns humanos), imagino como se sentirão outras pessoas na presença de meia dúzia de cachorros.

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Conclusões...

2 de setembro de 2017

Depois de uma tarde inteira sozinha com a Mel em casa, chego à conclusão que não entendo quando as pessoas, falando dos seus cães, dizem "só lhe falta falar"! Na verdade, entre uma tarefa e outra, enquanto estendia e apanhava roupa, eu e ela tivemos grandes conversas....Quem tem um cão nunca está só!
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Sem palavras...

31 de agosto de 2017

Faço o que posso para ajudar as associações de animais...cá em casa adoptamos há 7 anos uma gata de rua, temos uma cadela, e milhentos peixes. Tivesse eu uma moradia e, certamente, teria muitos mais bicharocos.
Fiquei de boca aberta e coração apertado ao ler, na edição da Sábado de hoje, que, no ano transacto foram abatidos 9.462 animais abandonados...Não sei que dizer, não sei que fazer.
Para além dos que vivem na rua e que lá sempre viveram há os imensos que são abandonados pelos donos (coisa para mim inconcebível). Muitos alegam que não têm forma de os sustentar e outros que não têm forma de pagar as contas do veterinário. No entanto, se procurarmos bem, há muitas associações por aí que os recebem e que têm protocolos com veterinários.
Tenho-me farto de pugnar pela existência de um hospital veterinário público em todas as cidades. Se em cerca de 52% dos lares portugueses existe um amigo de 4 patas, de que estamos à espera? Mas que raio de país é este onde (e muito bem) se criminalizam os maus tratos a animais, onde os tribunais têm de decidir, em caso de divórcio, com quem fica o patudo, e não tem uma rede de cuidados médicos acessível a todos???
É que quando todos os outros nos abandonam, só eles ficam!!!

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Perspectivas...

26 de julho de 2017

Há já uns anos vi com o meu marido o filme "Marley e eu".
Achei imensa piada, mas sendo eu uma apaixonada por gatos, fiquei-me por achar piada e por agradecer que a minha gata não fosse um cachorro destruidor.
Esta semana, com a Mel em casa, resolvi vê-lo com as minhas filhas. Aquilo que senti, as coisas a que achei graça e aquilo com que me identifiquei foi absolutamente diferente.
Penso que não se consegue perceber o quão fantástico é ter um cachorro na nossa vida até termos um.
Não imaginei ser possível gostar tanto de um cão como gosto da Mel. Tal como se podem amar pessoas de formas diferentes e adorar a unicidade de cada uma, também se pode amar um cão e um gato pelas suas diferenças e por tudo aquilo que nos dão.
Para mim esta frase, dita no fim do filme, faz todo o sentido.


Um cachorro não precisa de carrões, casas grandes ou roupas de marca. Um graveto está ótimo para ele. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Dê seu coração para ele, e ele lhe dará o dele. 
De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário? (John Grogan)



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Felizes??? Muito!!!

16 de julho de 2017

Estamos muito, muito contentes com a Mel. Dormiu toda a noite sem chorar...De facto, agradeço a quem cuidou dela que apenas ma tenha dado aos três meses. Já vem com vacinas todas tomadas, faz xixi muitas vezes no resguardo e dorme que é uma beleza. Já limpamos uns cocós e um ou outro xixi, mas nada para o que não estivessemos preparados e que faz parte.
A Mimi gata ficou cheia de ciúmes. Temos nos desdobrado em mimos com ela para não se sentir abandonada...não reagiu com agressividade, mas mantém uma bela distância de segurança.
Acredito que se vão tornar belas amigas!!!
Talvez tenha sido a melhor coisa que decidimos nos últimos tempos. As Minis estão doidas de alegria. Não querem saber de mais nada...É tão bom.




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Estamos ansiosos...

14 de julho de 2017

Há meses que esperamos pela chegada da Mel.
Mais uma menina lá para casa. mais uma de nós. Uma mulher, duas Minis, a Mimi gata e a Mel cachorrinha. Vai ficar a família completa!
É já amanhã e parecemos uns tontos a decidir imensas coisas sobre a forma como irá integrar a nossa casa. É uma companhia, uma amiga, uma de nós para a vida.
Mal podemos esperar.


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Tem a sua piada...

11 de junho de 2017

Desde que me lembro, sou aficcionada por gatos...desde miúda sempre pedi aos meus pais para ter um gato. Achava graça aos cães mas não me sentia especialmente ligada a eles.
A Mimi é a minha quarta gata, todas adoptadas. É a minha grande companheira. Está connosco há sete anos.
Para além dos peixes e dos pássaros, sempre tive necessidade de um animal que interagisse comigo. Curioso, porque sou filha de mãe que não gosta mesmo nada de animais (porque são uma prisão, porque estragam tudo, porque sujam...enfim, uma panóplia de desculpas), mas que se afeiçoou imenso à minha gata.
Quando decidimos ter mais uma "filha", não humana nem felina, não imaginei que fosse possível, algum dia, ligar-me tanto, mas tanto a um cão.
Ontem era dia de visitar a Mel que ainda está com a sua mãe de raça. Mas a dona da mãe não pode receber-nos. Fiquei para morrer. Cheia de saudades.
Hoje estava ansiosa. Penso, aliás, que estávamos todos.
Eu, uma mulher de gatos, completamente apaixonada apor um cão! Tem a sua piada!





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A minha vida...

3 de junho de 2017

É preciso estarmos em paz para fazermos determinadas coisas. Ter uma cachorrinha cá em casa foi uma coisa que resolvemos agora que temos disponibilidade mental para assumir mais uma filhota.
Sempre fui amante de gatos. A minha filha mais velha também. Já o pai e a mais nova são doidos por cães.
Depois de muito pensar e repensar, decidimos que estávamos capazes de assumir a responsabilidade de mais uma. Confesso-vos que, sendo uma apaixonada por felinos, nunca pensei poder amar tanto uma cachorra. Conquistou-nos completamente.
Daí que os meus dias se passem entre as visitas à Mel, que ainda tem de tomar vacinas, e a jardinagem, actividades que fazemos em família e que nos têm trazido muitas alegrias.
Olhem só, as minhas duas filhas mais novas e os meus coentros!!!





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Não sei o que pensar...

6 de março de 2017

Desde que me conheço que adoro animais.
Um dos meus grandes desgostos em criança residia na circunstância de os meus pais não terem sensibilidade para os mesmos e não me permitirem ter um gato ou um cão, não por causa de qualquer questão monetária, mas pela prisão que implicavam e por preferirem não se afeiçoar a nenhum para depois sofrer com alguma doença ou morte.
Assim, logo que tive a minha casa (ainda solteira), tratei de me rodear de patudos, com especial predilecção pelos gatos...
Um dos meus maiores orgulhos está no facto de as minhas filhas sentirem como eu e serem absolutamente vidradas por toda a bicharada.
Neste momento, temos uma gata e umas dezenas de peixes, num aquário gigantesco. Pensamos, dentro em breve ir buscar um cachorrinho a um canil.
Qualquer patudo que connosco viva será um de nós, em todos os aspectos. O que significa que terá, devidamente adaptados, os mesmos cuidados de saúde, alimentação e conforto que qualquer um de nós. Nem poderia ser de outra forma.
No entanto, confesso-vos que, a propósito disto tenho pensado imenso. Faço parte de alguns grupos de amigos de animais e fico muitas vezes espantada com as coisas que por ali se discutem. Não se discutem cuidados básicos ou essenciais, alimentação saudável para os bicharocos ou afins. Mas sim, alimentação de topo, marcas xpto, das quais nunca ouvi falar. Os animais que tenho tido, tal como nós, têm-se adaptado a todas as nossas circunstâncias económicas. Confesso que, se aproveito as promoções nos supermercados, para, dentro de um certo parâmetro de qualidade, comprar a nossa alimentação, o mesmo o faço e farei para os meus patudos.
Bem sei que não posso salvar o mundo. Bem sei que, tal como nós, os patudos têm sentimentos. Bem sei que não se devem por as coisas no mesmo patamar.
Contudo, sempre que leio essas discussões e vejo pessoas a gabarem-se que os seus patudos só comem a marca x ou y, tenho uma vontade imensa de, sem palavras, deixar no meio de tais discussões, imagens como estas:
Pronto, e agora, venham daí essas pedras...Mas há coisas que não me entram na cabeça!

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Muito orgulho...

13 de fevereiro de 2017

Muito orgulho é o que eu sinto da minha Mini mais crescida. Tem grandes discussões com o pai sobre a escolha do cão que fará parte da família daqui a uns tempos...Eu concordo em absoluto com ela, mas como é ela que vai ser a responsável pelo patudo, não a quero influenciar. Gosto muito de uma raça que conheci há relativamente pouco tempo: o Cavalier King Charles, mas sou sensível aos argumentos dela.
As discussões são sempre entre dois tópicos: escolher um cão de raça pura entre várias que o pai lhe propõe e está disposto a pagar (que são as preferidas dele)...e ir buscar um cão abandonado...O meu orgulho vem do facto de ninguém a convencer...ela quer ir a um canil e pronto... e quer porque, do alto dos seus dez anos, pensa que, embora ambos sejam dignos do seu amor, o do canil precisará muito mais dele.


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Bem sei que é controverso...

30 de dezembro de 2016

Bem sei que é um tema controverso. Já tive opinião diferente, mas depois de algum convívio com os considerados perigosos, passei a concordar com o que se diz na imagem.

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Comigo é mesmo assim!

17 de dezembro de 2016

A Minha Mimi é o meu antidepressivo mais poderoso!
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Coisas que me alegram!

11 de dezembro de 2016

Das coisas que me deixam feliz e a acreditar que a justiça portuguesa não é tão má quanto a pintam:


"O Tribunal da Relação do Porto decidiu a favor de uma inquilina que queria manter um cão numa habitação, apesar de ter assinado um contrato de arrendamento que impedia a presença deste tipo de animais de companhia. Para os desembargadores, o animal "reveste-se de importância no seio da família" e por isso consideraram nula a cláusula contra o animal."




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Confesso-vos!!!

9 de julho de 2016

Só o mais anti touradas possível...detesto que façam mal a qualquer animal que seja. Mas por muito que deteste touradas, não consigo de forma alguma regozijar-me com a morte de um toureiro em plena arena como vi em muitos comentários à notícia. Não consigo pensar que foi merecido.
O ideal seria acabar com a m... das touradas e assim já não morria ninguém!!!
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Boa pergunta!!!

15 de maio de 2016

Francisco falava perante dezenas de milhares de pessoas, debaixo de chuva, naquilo a que se chama uma audiência jubilar, cerimónia que se realiza um sábado por mês, e alertou que não se deve confundir a piedade com a comiseração hipócrita.
E perguntou: "Quantas vezes vemos pessoas que cuidam de gatos e cães e depois deixam sem ajuda o vizinho que passa fome?"
"Não se pode confundir com a compaixão pelos animais, que exagera no interesse para com eles, enquanto fica indiferente perante o sofrimento do próximo", acrescentou.
Não dúvido sequer que os animais têm sentimentos. Sou acérrima defensora de que os mesmos passem a deixar de ser tratados como coisas pela nossa lei. Os meus fazem parte da minha família. Mas, depois de ter ouvido dizer que cantar ou ensinar às crianças o "atirei o pau ao gato" é incitar aos maus tratos a animais, pergunto-me se não viveremos todos numa espécie de histeria colectiva, esquecendo-nos um bocadinho de algumas coisas também importantes...


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Sabe-me bem...

24 de abril de 2016

Sabe-me bem passear pelo campo, com uma temperatura amena e com as Minis a correrem a dar gritinhos de alegria.
Adoro que façam o seu ar mais mimoso e amoroso quando se aproximam de um animal, seja ele uma galinha, um coelho ou um cão. Tratam os bichinhos com todo o carinho e não têm medo. Hoje viram um potro a ser amamentado e o dia valeu só pela emoção delas perante tal cena.

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(aiiiiiii, suspiro!)

15 de abril de 2016

Diz a notícia que os crimes de maus tratos a animais aumentaram 51% no primeiro trimestre de este ano, como é óbvio, comparativamente com igual período do ano passado.
O que me irrita, é que, assim lido, sem pensar, parece que os humanos ensandeceram e desataram a maltratar os animais por aí. Na verdade, o que acontece, e isso regozija-me, é que as pessoas estão cada vez mais despertas para os direitos dos animais, e cada vez mais denunciam estes casos. Não há mais maus tratos nessa percentagem, há sim, um aumento de percentagem de denúncias!

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