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Sinais dos tempos...

25 de dezembro de 2017

Num dos poucos jornais com tiragem hoje, o Diário de Notícias, vem um artigo sobre os hábitos de consumo dos portugueses no Natal em termos de alimentação. Concluí-se ali que aumentou em cerca de 50% o número de refeições natalícias adquiridas em hipermercados.
Por aqui também nos rendemos à compra dos sonhos, das filhoses e das rabanadas em detrimento da confecção em casa.  Gosto muito, muito de cozinhar e a tarde do dia 24 é passada na cozinha a fazer bolos e biscoitos com as Minis, mas confesso que não tenho paciência para estar em frente da frigideira. Detesto o cheiro a fritos e se na pastelaria que frequento fazem essas iguarias de uma forma que agrada aqui em casa, não vejo porque me sacrificar ou sacrificar a avó. Preferimos passear e dedicar apenas uma tarde à cozinha.
Devo confessar que também não sou fã dos doces de Natal, com excepção da aletria e essa faço-a.  Os outros, prefiro que terceiros os façam enquanto aproveitamos o tempo para brincar e passear!


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O desfazer de um mito...

19 de novembro de 2017

Cresci a adorar bolacha Maria. Sempre me apresentaram esta bolacha, de nome tipicamente português mas inventada por ingleses, como uma bolacha inofensiva para a saúde, desde que, como é óbvio não comesse 20 ou 30 de uma vez. Gosto delas com chá, desfeitas no leite (embora actualmente já não beba leite), com queijo e, sei lá, de mais mil maneiras. Das três cirurgias que fiz, lembro-me que foi das primeiras coisas que me deram para comer, acompanhada de chá.
Estava tão convencida da sua natureza inofensiva que as dei às minhas filhas ai perto dos seis meses. E, também elas se tornaram fãs. Uma gosta dela tostada e a outra enriquecida com mel. A minha cachorra Mel já conhece a caixa das Maria e abana-se toda quando abrimos a latinha.
Enfim, cá em casa só a gata não come Maria.
Fiquei deveras aborrecida ao ler um artigo em que uma nutricionista conhecida na praça alerta para o quão enganosa a inofensiva Maria é. Ao que parece, tem imenso açúcar, gordura e nada de fibras. Engorda e não tem valor nutricional. Ainda assim, uma bolachinha tem menos de metade das calorias de uma Oreo (23 a Maria, 53 a Oreo)
Pronto, agora já sei que não me devo empanturrar com as ditas bolachinhas. Sei que não devo...não quer dizer que não continue a comer...por este caminho, um dia destes nada podemos comer.


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Coisas que me conquistam!

18 de novembro de 2017

Por aqui por casa os adultos adoram cozinhar. A Mini mais velha vai seguindo as pegadas e também já gosta de fazer umas coisinhas que não impliquem muito o uso do fogão. Todos adoramos experimentar comidas novas e todos somos fãs incondicionais do Masterchef Austrália (sim, para nós é o melhor de todos) porque aprendemos técnicas diferentes de cozinhar e conhecemos ingredientes fantásticos.
Há muito que queria experimentar fazer guiozas, coisa que, aliás, comemos muito nos restaurantes de comida asiática. Ainda não ganhei coragem para fazer a massa sozinha (até porque não temos máquina de estender massa) mas falaram-me que havia uma massa congelada de muito boa qualidade à venda, em Portugal, nas lojas Glood. 
Depois de muito insistir e tentar saber informações junto de uma dessas lojas que tenho aqui a 10 quilómetros de casa, resolvi procurar outra, no Restelo da qual já me tinham falado bem. Percorremos o quadruplo da distância, mas vim encantada. Mais do que pela variedade dos produtos (sim, é imensa), pela qualidade do atendimento. Absolutamente esclarecedor, simpático, paciente e muito atencioso. Após me terem andado literalmente a empatar com respostas evasivas aqui ao pé de casa, encontro um atendimento como deve ser bem mais longe. Vim carregada (trouxe, inclusive o bambu para as cozinhar ao vapor), mas, de certeza que quando precisar de alguma coisa nova é mais longe que vou procurar. 
As pessoas que trabalham numa loja merecem todo o meu respeito e quando são assim com esta senhora da Glood do Restelo, conquistam-me completamente.


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Frescura e colorido.

17 de novembro de 2017

É muito cómodo ir a um hipermercado e comprar lá todas as coisas que precisamos para nossa casa. Não nego que sou cliente do Continente e do Lidl (e agora também do Aldi) e que gosto muito de lá fazer as minhas compras, desde mercearia a produtos de higiene.
No entanto, sou uma fã incondicional de mercados locais, aquilo a que lá na minha terra se chama "Praça". Gosto mesmo muito de entrar no mercado municipal e sentir a mistura de cheiros a frutas, legumes e mesmo do peixe. Sempre que posso faço lá as minhas compras. Tenho a certeza que, ainda que possa pagar mais um pouco, a fruta é de muito melhor qualidade e o peixe também muito mais fresco, já que é trazido de manhã da lota. Peixaria tão boa como a do mercado só mesmo a do Lidl. Fruta acho difícil.
Hoje, aproveitei que a Mini mais velha tinha uma hora livre e eu também e fui buscá-la para, ao fim da manhã irmos as duas ao mercado com o pai que estava de folga. Soube bem. Uma mistura de sons, cores e cheiros. Um festival para os nossos sentidos e uma alegria para a nossa boquinha.



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Das coisas da maternidade...

27 de outubro de 2017

Nunca, até as minhas filhas manifestarem as suas vontades, festejei o halloween. Nem sequer na minha terra havia a tradição do "Pão por Deus". O dia 31 de Outubro era apenas um dia de agitação lá em casa porque havia que preparar as flores e velas para levar ao cemitério no dia 1 de Novembro.
Com elas no infantário, comecei a ter que correr os hipermercados à procura das abóboras típicas e a fantasiá-las. Depois de alguma resistência, lá engoli e, para as ver felizes, deixei de fazer o meu ar contrariado e de tentar convencê-las de que a celebração não era nossa, que não tinha pés nem cabeça.
Ultimamente, a minha mudança de atitude foi tanta que tudo me serve para festejar. Como adoro cozinhar, aproveito para fazer coisas típicas de Outono, mas encomendo aquelas coisas com um ar "macabro" a uma amiga, porque ainda não evoluí tanto ao ponto de me dispor a fazer dedos e unhas com sangue e ar nojento em pastelaria.
Seja como for, acho graça que os miúdos da vizinhança venham cá a casa e gosto de ter doces para os presentear. 
No fundo, no fundo, deixei-me de tretas e arranjei mais um motivo para festejar.
A maternidade leva-nos a estas coisas!

  
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Dúvida existencial...

18 de setembro de 2017

De há uns tempos para cá procuro fazer um tipo de alimentação mais saudável, menos tóxica, recorrendo cada vez menos à proteína animal. Aderi a alguns grupos de vegetarianos no facebook para tentar compreender melhor os princípios, as evidências científicas sobre vantagens possíveis e até mesmo receitas. 
Contudo, em quase todos os grupos, a grande maioria das postagens, mais do que exaltar os benefícios dos alimentos de origem vegetal, insurge-se contra os maus tratos a animais ou mesmo apenas com o facto de se matarem animais para comer. Entendo a preocupação e eu própria estou cada vez mais alerta para as condições de criação dos animais que usamos na alimentação diária.
No entanto, ainda não consegui perceber se a maior parte das pessoas são vegetarianas porque acreditam, efectivamente, nas vantagens do regime alimentar, se apenas o são porque não suportam a ideia de os animais serem criados e mortos exclusivamente para consumo humano.



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Modernices que não me convencem...

16 de agosto de 2017

Sou uma pessoa de espírito aberto...quer no que toca a novos sabores e texturas de alimentos, quer quando à forma como são confeccionados ou servidos (só não me convidem, por ora, para comer insectos).
No entanto, se há conceito que não entendo e que não seria capaz de experimentar, por mais apetitoso e sensual que seja é o da body food. Neste, a comida é servida numa enorme travessa: o corpo de uma pessoa semi-nua. Não há talheres, só pratos e dedos, para comer em buffet comida que os conceituados chefs. servem. Vai haver um evento destes organizado por um conhecido chefe português, em 22 e 25 de Agosto.
A comida poderá ser maravilhosa, mas eu era incapaz!



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Perspectivas!!!

14 de agosto de 2017

Sou uma das colaboradoras (como tantos outros milhões) do Tripadvisor. Gosto muito de opinar (sobre tudo e sobre nada, como é mote do blog) e, por isso, sempre que vou a uma sítio sobre o qual mereça a pena falar (muito bem ou muito mal), lá vou eu escrever e mandar umas fotos (isto de as câmaras dos telemóveis terem bastante qualidade ajudou).
No entanto, ao contrário do que seria de esperar e do que acontecia antigamente, não me deixo impressionar muito pelos comentários que leio sobre um restaurante, um hotel ou um local que pretenda visitar. Já lá vai o tempo. Com efeito, já me aconteceu tantas vezes dizerem muito bem de um restaurante em termos da comida e eu ficar absolutamente desiludida e muito mal do staff e eu ficar agradavelmente surpreendida. 
Tenho vindo a pensar que, provavelmente, como gosto muito de comer, tenho expectativas muito altas quanto à comida, e sou muito benévola com quem trabalha nos locais que frequento.
Enfim, perspectivas!


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Tiro pela culatra!

30 de julho de 2017

Estando nós todos de férias, o tempo agradável, nada como ao fim do dia sair por aí, ir até Lisboa ou Cascais e jantar num sítio giro!
Pensando nisso, achei que comprar a nova revista Lux, a Lux Gourmet, me ia ajudar a encontrar sítios fantásticos onde degustar petiscos na companhia do meu M. e das minhas Minis.
De facto, não posso dizer que os sítios sobre os quais falam os artigos não tenham comida fantástica e não sejam fantásticos.
O problema é que os preços indicados são pouco apetecíveis e, considerando o apetite voraz que costumamos demonstrar quando estamos animadamente juntos, as quantidades apresentadas em cada prato (pelo que vejo pelas fotos) implicariam a que pedíssemos mais que uma vez para cada um de nós. Ou seja, gastaríamos numa refeição nunca menos de 150/200 euros.
Ou seja, saiu-me o tiro pela culatra, pois, em vez de me ajudar e animar para as férias, a revista só me deprimiu e fez ver que como demais e tenho dinheiro a menos.
Pronto. Mas como tenho um espírito de rústica, nada que um bom salpicão, um bom queijo, uma broa de milho e um vinhinho tinto não resolvam!

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É tudo uma negociata...

29 de junho de 2017

Sempre achei que esta coisa de nos hipermercados e afins haver em parangonas a indicação de legumes, frutas e congéneres biológicos era uma negociata, já que os mesmos são, por regra, mais caros que os "não biológicos"...e vai-se a ver, a coisa é mesmo mais ou menos assim...pelo menos em bastantes casos.
Segundo um estudo encomendado pela DECO, um em cada cinco desses alimentos, depois de analisados, revelou conter vestígios de pesticidas sintéticos proibidos...
Pois! Nunca fiando! Continuo a acreditar mais nas batatas, nas cebolas e nas cenouras que vêm lá da quinta da minha tia avó!
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Somos fãs...

10 de junho de 2017

Somos fãs incondicionais do Skyr (o mais famoso iogurte de todos os tempos) há cerca de dois meses.
Eu como do natural (que é mesmo como gosto mais) e é o único iogurte de leite que não tenho dificuldades em digerir. Eles comem de framboesa. É certo que a mais nova como um bocado a contra gosto, mas lá vai comendo.
Há quem não suporte o sabor. Eu como sou fã incondicional de iogurte natural adoro.
Ao que parece tem mesmo as propriedades que lhe são atribuídas.
E ao que parece o do Lidl é mesmo o melhor. Nunca experimentei outros (comercializados pelo Continente e pelo Jumbo). Como eles têm um prazo de validade muito grande, quando apanho, compro às paletes.


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Não sou de modas...

22 de maio de 2017

Não sou de fundamentalismos ou de modas...
Sou uma fã de derivados do leite e do próprio leite. Sabe-me tão bem um copinho de leite meio gordo fresquinho, seja de Verão, seja de Inverno...ah e os iogurtes naturais? Ah, essa perdição, sem açúcar, claro...comprei uma iogurteira (apesar de já os fazer na bimby) e era marchar iogurte por tudo e por nada...
Há coisa de 6 anos deu-me na "mona" e deixei de beber leite de vaca e seus derivados e substituí por leite de soja, leite de amêndoa ou leite de arroz...confesso que desinchei e, na altura, andava com muito cuidado com a alimentação e perdi muito peso...
O ano passado, com medo de que o cálcio do leite e derivados fosse insubstituível, voltei ao leite de vaca e aos meus amados iogurtes e queijos e outros quejandos.
Vai daí, não só me sinto muito inchada, com dificuldades digestivas e não emagreço com tanta facilidade...
E pronto...voltamos ao antigamente...desintoxicação de leite...porque assim não posso continuar. Não sou de modas...mas esta parece que vou ter de me render.



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Serão só as minhas???

13 de maio de 2017

A Mini mais velha não gosta de chá de qualquer espécie (seja ele preto, infusão de ervas ou frutos), seja ele sem açúcar ou bem docinho.  Não gosta também de lulas nem nem polvo.
Já a mais nova não gosta de ervilhas e nem pode com o cheiro de pizza...
Quer dizer. Não sei se deva falar no presente ou no passado...talvez seja melhor dizer em casa e connosco ou na casa de terceiros ou com terceiros.
Na semana passada a mais velha foi dormir a casa de uma amiga. Vai daí que, ao deitar ligo para saber como estava, ao que a mãe da amiguinha me responde que tinha tomado duas chávenas de chá de camomila e dormia tranquilamente. Na terça feira fomos jantar a casa de uma colega minha e, vai daí, o jantar era arroz de polvo e ela não só comeu com agrado como repetiu...
A mais nova, acabou de me dizer que em casa da E. onde passou a tarde de ontem comeu uma pizza fabulosa da marca Continente...Só falta mesmo comer ervilhas...
Pergunto-me se sou eu que não sei cozinhar, ou se são elas que são bipolares????

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Feliz ou infelizmente...

25 de março de 2017

Feliz ou infelizmente acabou-se um período de muita folia cá por casa.
Fevereiro e Março são dois meses de muita festança.
Começamos com os anos do avô J, passamos para o aniversário do pai M., a que se segue o dia dos namorados e o aniversário da madrinha A.
Chegados a Março. temos o aniversário da mini mais nova a abrir, o dia do pai a seguir e, por fim, o dia de aniversário da mini Mais velha.
Contas feitas, são, sem dúvida, dois meses em que a alegria está (felizmente) em alta, as finanças em baixo (vão ao charco entre prendas, jantares e festas de comemoração), a dieta também pelas ruas da amargura...e a balança, oh a balança... nem se fala, está no seu expoente máximo do ano.
Entramos agora na nossa verdadeira Quaresma...para desintoxicar e ver se as contas se recompõem.
Aguardemos a ver se assim é!


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Crescem como cogumelos...

20 de março de 2017

Ao percorrer as prateleiras de livros de qualquer hipermercado, ou mesmo ao passar por qualquer livraria podemos detectar uma série infindável de livros, a grande parte coloridos, com alimentos ditos "saudáveis", com um ar apetitoso, escritos por nutricionistas. Penso que, nunca como agora (e já conto quase 44 anos), proliferam os livros dos profissionais da alimentação, com as mais variadas teorias, sobre as mais diversas formas de nos alimentarmos de formas saudáveis.
Nutricionistas  há-os às montanhas, em cada farmácia, em cada clínica, em cada ervanária...alguns "vendem-se " às marcas de drenantes e outros comprimidos milagrosos e prometem-nos perder uma "carrada" de quilos, num espaço, mais ou menos, curto de tempo. Outros (muitos também), dedicam-se a escrever livros com receitas de sumos, sopas e mesmo sobremesas detox. Cada um com sua teoria, muitas vezes contraditórias... Bem sei que muitos se intitulam sê-lo sem terem as competentes habilitações. Ainda assim, são mais de 3.500 os inscritos na Ordem dos Nutricionistas. Uma pesquisa no site da FNAC revela a existência de mais de 1700 títulos relativos a dietas.
No meio disto tudo, depois de ler e reler, depois de experimentar este e aquele método, volto à fase inicial e concluo, que não existe nada como mexermo-nos e tentar não comer muita comida de plástico. De resto, há que comer de tudo um pouco.
Estou cansada de tanta dica e tanta receita milagrosa. 




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Não vou muito em cantigas...

17 de janeiro de 2017

Já estão nomeados os dez melhores restaurantes e dez melhores chefes portugueses de 2016. Apesar de gostar de saber quem eles são, tenho uma coisa a confessar: não vou em cantigas e, deles todos, penso que não conheço nenhum. Não digo que não aprecie comida gourmet ou novos sabores, mas, para além de tudo o que é sushi que gosto de experimentar, na minha opinião, muitas vezes, come-se melhor em restaurantes menos in...
Quem já ouviu falar no Chico Elias, perto de Tomar, na Taberna do Quinzena, em Santarém, ou mesmo no malogrado Cortiço em Viseu??? Ou o famoso Quim dos Ossos, para quem estudou em Coimbra?
Não figuravam nas listas de prémios, não têm estrelas Michelan, mas que se come muito bem come.




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Por cá ninguém chora...

13 de janeiro de 2017

Não, não somos assim tão harmoniosos que não hajas uns choros de vez em quando. Quando brinco com o ninguém chora é porque sei que há pessoas completamente viciadas em Nutella, que a acham a oitava maravilha...Pois, por aqui, comeu-se Nutella (pais e filhas) uma vez que a avó comprou a pedido da mais nova...e depois da prova foi para o lixo. Primeiro porque não é saudável ( uma colher de sopa tem 20 gramas de açúcar, o que não é bom numa família que já de si tem tendência a aumentar de peso facilmente) e, segundo, porque não gostamos mesmo.
Por isso, a notícia de que é feita com um óleo de palma refinado que é altamente cancerígeno, estando a ser rejeitada por muitas cadeias de supermercados, nem nos aquece, nem nos arrefece.



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E agora???

4 de janeiro de 2017

Cada vez mais me convenço que a variedade e umas boas caminhadas são o essencial para uma vida mais ou menos saudável.
Andava eu a excluir a carne da minha e só da minha alimentação, quando me deparo com esta notícia num jornal:
"Uma dieta exclusivamente à base de legumes e fruta pode não ser tão boa como se pensava. De acordo com um estudo da Universidade de Graz, na Áustria, pode até comportar riscos para a saúde.
Os investigadores concluíram que uma dieta vegetariana pode significar risco de doenças mentais, risco de cancro e alergia e uma menor qualidade de vida no geral.
Nathelie Burket, a coordenadora da investigação, concluiu que apesar de os vegetarianos terem uma vida mais activa, fumarem menos e consumirem menos álcool, o facto de consumirem apenas frutas, legumes e alimentos integrais faz com que haja uma carência de gorduras saturadas e colesterol."
Bem sei que existem estudos para todos os gostos, mas na verdade, desde pequena que ouço que na moderação é que está a virtude.


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Somos diferentes...

1 de janeiro de 2017

Ah e tal, almoço de Ano Novo tem de ser uma coisa como deve ser, para ser o prenúncio de um ano de fartura.
Pois, por aqui, ao contrário dos outros anos, e para que seja o prenúncio de um ano de aproveitamento e de poupança, decidimos, não só, almoçar em casa, como também comer as sobras do que ontem foi jantado. E, assim será amanhã ao almoço, altura em que tudo deve acabar. No jantar de hoje, ficamo-nos por uma sopa já feita, na sempre presente bimby, e por uns hamburgers de peixe (homemade) grelhados.
Talvez seja o único objectivo deste ano: deixar de desperdiçar comida!
Aprender com a célebre frase da Filipa Vacondeus " Restos são uma comida saudável"!




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Generosidade é...

26 de dezembro de 2016

E descobres que o Pai Natal foi muito generoso contigo quando, na manhã de segunda feira a seguir ao Natal, te levantas e pesas, e descobres que a semana de Natal e festividades te trouxeram 4 kgs a mais, quando o normal é as pessoas engordarem 2 kgs.
Não, não estou aborrecida, porque sei o que comi...estou apenas cheia de vontade de perdê-los e já comecei com o exercício. Comigo não cola a ideia de que faço dieta em Janeiro...porque por este andar, em chegando a Janeiro tinha uns 10 para perder.
É hoje, já e agora! Não tarda nada estou assim!



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