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O que ela me fez descobrir!!!

30 de setembro de 2017

Pois, este é um post sobre algumas coisas que descobri com a chegada da nossa cachorrinha Mel cá a casa. Não, não vou dissertar sobre o amor que ela me dá, sobre a paixão que sinto por ela e de como nunca achei possível gostar tanto de um cão. Isso já todos sabem.
O que eu não sei se sabem, mas se calhar já, é que por causa dela prescindi de muitos dos meus inúmeros produtos de limpeza. Não, a casa não está mais limpa. Pelo contrário...e enquanto vai havendo uns descuidos de xixi aqui e ali, a limpeza tem que andar sempre em dia ou melhor, ao minuto, sob pena de a casa se transformar num pardieiro em menos de nada.
As minhas grandes descobertas foram estas:





Na verdade, na minha busca exaustiva de produtos que eliminassem o odor da urina de cão e de produtos que os afastassem de determinados locais, descobri a importância do vinagre branco. Não é vinagre de vinho, é mesmo um vinagre branco de limpeza, que no Brasil usam imenso e que chamam de vinagre de álcool. Descobri este no AKI. Custa 4 euros e pouco, 1 litro, e serve para limpar quase tudo cá em casa. Para os locais onde a Mel faz xixi, uso num borrifador uma mistura de uma caneca de álcool etílico, quatro pastilhas de cânfora e outra caneca de vinagre. Quem não gostar do cheiro a vinagre (a mim não me incomoda) sempre pode comprar um que tem cheiro a limão. Uso para lavar o chão, para limpar as bancadas, para limpar o micro-ondas, o frigorífico e mesmo a placa de vitrocerâmica. Já o usei para lavar a própria máquina de lavar a roupa e foi um sucesso. Por arrasto descobri também o bicarbonato de sódio  que misturo com vinagre ou com limão ou apenas com água, para limpar juntas de azulejos, para ajudar a desentupir canos com gordura e e mil e uma coisas. Estou rendida! É muito mais ecológico e escuso de comprar mil produtos.
Procurem no google. Há milhares de utilizações.

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Não deve ser só aqui...

6 de novembro de 2016

Não deve ser só na minha casa que o gel de banho e o shampôo acabam, mas os frascos vazios continuam na prateleira do poliban... (a não ser que eu os deite ao lixo)
Não deve ser só na minha casa que se acaba um rolo de papel higiénico e se deixa o cartão no suporte e o novo fora, em cima do autoclismo... (a não ser que eu os coloque no lugar)
Não deve ser só em minha casa que se comem os quatro iogurtes da embalagem, mas o cartão continua direitinho no frigorífico (até eu descobrir)...
Não deve ser só em minha casa que o único que faz, verdadeiramente, bons grelhados, é o pai...
Vá, não podia ser tudo eu!
Bem sei que tenho uma senhora que me ajuda, mas estes pequenos pormenores enervam-me....mas a culpa não é só dele...foi da mãezinha (Deus a guarde lá no céu)!!! Por isso as minhas Minis começam a ter cada vez mais responsabilidades....
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Depois da loucura...

31 de julho de 2016

Depois da loucura de estarem num tudo incluído, onde podiam comer o que quisessem a qualquer hora "sem pagar" (como elas diziam aos avós, afirmando que ali tudo era grátis, não pensando que já tínhamos pago antes), de regresso a casa, e partilhada a primeira refeição feita por mim (uns simples bifes com arroz branco), ambas as Minis exclamam que já tinham saudades da comida de casa, porque a do hotel sabia sempre à mesma coisa...pois...ao fim de alguns dias a comer buffet cansa!
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Juro-vos!!!

29 de maio de 2016

Depois de um dia inteiro em frente ao computador a resolver mais uma série de questões complicadas, que odeio e que faço porque mais ninguém que fazer e a chefia a mim as dá, vejo o trabalho doméstico, como arrumar a cozinha, por roupa a lavar, estender roupa e tratar das pequenas como tarefas verdadeiramente aprazíveis...como um autêntico momento de lazer. É triste, mas é verdade!


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POIS...

21 de fevereiro de 2016

Eu até concordo Cozinhar todos, todos os dias, depois de um dia intenso de trabalho, de dar banho e ajudar nos TPC, só mesmo por muito amor!


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Dona de casa...

13 de janeiro de 2016

Não me acho particularmente boa dona de casa. Não sacrifico uma saída com amigos ou com o meu marido e filhas porque tenha serviços domésticos para fazer. Eu estou em primeiro lugar e a casa em segundo.
Só noto que lá vou tendo uns resquícios de pensamento de boa dona de casa, quando sou incapaz de sair de casa com as camas por fazer e, sobretudo, quando a primeira coisa que me vem à cabeça, no Inverno, quando abre o sol, é que pode ser que enxugue alguma roupinha da que tenho estendida.
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Mistério sério...

7 de dezembro de 2015

Das coisas que mais me deixa intrigada é o facto da senhora que vem cá a casa engomar, tarefa que leva a cabo sozinha, porque nós estamos a trabalhar e elas na escola, saber sempre onde eu guardo todo e qualquer objecto ou peça de roupa arrumados, sempre que nos cruzamos e eu estou à procura de alguma coisa. Isto porque, esquisita como sou, não quis que ela arrumasse uma peça de roupa para não mexer nos meus armários e gavetas. A senhora deve ser bruxa ou ver para além de, pois, apesar de não ser suposto arrumar lá nada, sabe sempre que eu tenho o casaco x no armário y, ou as cuecas z na gaverta w. Mistério....
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É uma vergonha...

22 de novembro de 2015

É uma vergonha dizer isto, mas cá vai: foi preciso vir este frio a sério, já na segunda quinzena de Novembro para eu ter uma coisinha ruim ao olhar para os armários delas. E, uma coisinha ruim, pois entre roupeiros e gavetas amontoavam-se T-Shirts, calções, camisolas de lã, parkas e casacos de algodão (porque já comprei imensa coisa de Inverno), que faziam com que a escolha vespertina da roupa fosse uma tarefa demorada de escolha das peças no meio da confusão.
Mas pronto, com este tempo frio, ganhei vergonha na cara e separei tudo. Já não há pijamas de calções e mangas cavas misturados com pijamas polares. Tudo isto, porque isto é uma das tarefas que mais odeio.
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Exploração???

Com dez anos eu já fazia a minha cama, lavava a louça e ajudava a por a mesma e, certamente, faria mais uma série de coisas que agora não me lembro.
Há cerca de meio ano, estive numa conferência promovida pela OIT e houve quem defendesse que fazer estas coisas antes dos 15/16 anos, seria uma espécie de trabalho infantil.
Não posso estar mais em desacordo. Acho que, aos poucos, devemos ensinar os nossos filhos a ajudar em casa, porque eles também fazem parte da estrutura familiar e têm de ser responsáveis.
Há uns tempos, ensinei as minhas filhas a dobrarem o pijama e arrumarem junto com as almofadas. Hoje foi a vez da mais velha, com quase dez anos, aprender como se faz uma cama, ou melhor, como se "puxam as orelhas" a uma cama, porque ainda não tem força para levantar o colchão.
Acho que está mais que na altura de ser introduzida no maravilhoso mundo das tarefas domésticas. Dividido por todos, de acordo com as capacidades e idade de cada um, custa muito menos.
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