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Desprezo...

13 de fevereiro de 2018

Desprezo. Até mesmo asco. Bem sei que não são sentimentos muito próprios de uma cristã como eu.
Mas, confesso que é isso que despertam em mim algumas das figuras de topo da igreja de que faço parte quando leio a forma como se referem ao Papa Francisco. À medida que ele vai tomando posições de perdão e de misericórdia, aumenta a repulsa que sentem por ele, mas, na mesma medida ele se torna parecido com Jesus Cristo, que veio estabelecer uma nova mentalidade.
Os entendidos afirmaM que estamos a dois passos de um cisma. Não sei se sim ou senão. A mim interessa que Deus preserve de boa saúde e com lucidez Jorge Mario Bergoglio, embora não consiga evitar os sentimentos menos nobres em relação a alguns dos poderes instituídos e retrógrados da minha igreja, com os quais não me identifico em absoluto e que afirmam que estão ansiosos que ele morra.


LONGA VIDA, FRANCISCO!
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Também é importante elogiar!

12 de janeiro de 2018

Por doença de uma das Minis, ontem, por volta das seis horas da manhã estava a entrar no serviço de atendimento permanente/pediatria de um hospital de Lisboa. 
Confesso que nunca, em toda a minha vida de mãe, tinha sido atendida com tanta consideração e respeito pela minha aflição como fui ontem. Quer a enfermeira da triagem quer a pediatra do serviço de urgência foram fantásticas, quer em termos de humanidade e simpatia, quer em termos de eficiência. 
Não fizeram mais que a sua obrigação e é para isso que lhes pagam, pensarão alguns. 
No entanto, não pude deixar de assinalar este comportamento, sobretudo vindo de quem deveria estar com sono, depois de uma noite de vigília a trabalhar.E, se quando é preciso peço o Livro de Reclamações, também achei que era propositado pedir  o de elogios. Não existia. Não foi por falta dele que deixei de assinalar o que tanto me agradou. Hoje enviei um email à administração do hospital dando conta da minha satisfação.
Não pouco críticas, mas também não sou avarenta com elogios. Todos têm o dever de ser urbanos, cordatos e, acima de tudo, competentes. Mas nem todos o são, infelizmente. Por isso, há que salientar quem foi mais além daquilo que lhe era exigido.

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Anti-social? Eu?

9 de dezembro de 2017

Pergunta hoje o Sapo na sua habitual sondagem, a quantos jantares de Natal eu vou. 
Compreende-se, nesta altura do ano, multiplicam-se os jantares de natal disto é daquilo. É do trabalho, da empresa do marido, da escola das meninas, da catequese, da natação, and so on...
Ao da escola e da catequese irei. Mais por elas que por mim. Gosto de ver a euforia dos pequenitos.
É certo que aproveito alguns dias de férias para estar com alguns amigos e, quem sabe, partilhar um jantar. No entanto, também o faço em outras alturas do ano em que estou de férias ou fins de semana XL, como os últimos dois. Daí que não lhes possa chamar jantares de Natal.
Aqueles típicos de Natal, com trocas de prenda e tudo, não sou coisa do meu agrado. Posso parecer um pouco anti-social, mas não faço "fretes". Gosto mesmo de partilhar as minhas refeições com as pessoas de quem gosto à séria, e os jantares desta época são muitas vezes impregnados de hipocrisia... As trocas de prendas "pseudo-secretas", por vezes, dão origem a amuos e críticas... Por isso, prefiro gastar os 20 ou 30 euros de cada um dos diversos jantares para partilhar com os meus amigos à séria, num registo mais intimista.



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não há nada de errado em desistir. errado é persistir no que faz doer.

20 de outubro de 2017


A frase que serve de título ao post é a que me apetece pintar em letras gigantescas numa qualquer faixa de tecido fluorescente e plantar-me com ela à frente da casa de uma grande amiga minha.
Há coisas que nos deixam sem chão. Mas, quando não podemos fazer nada é, sobretudo, desesperante. Há coisas que não entendemos, mas quando tocam aqueles que amamos nos deixam ainda mais incrédulos.
Uma das mulheres mais fortes que conheci até aos meus 44 anos, uma das mulheres mais independentes e corajosas que faz parte da minha vida foi, já por duas vezes, vítima de violência doméstica física (e certamente, também psicológica), com alguns meses de espaçamento. 
Numa primeira vez, de uma forma mais invisível, uma bofetada, mas, com certeza, não menos dolorosa. Dessa vez, ninguém mais soube, ninguém viu. Nesta segunda vez, de uma forma brutal, com implicações hospitalares e tratamentos médicos que perduram há mais de um mês. 
Fiquei revoltada quando soube. Mas, agora sinto-me impotente e desesperada, ao saber que cedeu às inúmeras promessas do agressor, acompanhadas de lágrimas, no sentido de que ia mudar e que nunca mais voltava a acontecer...perdoou...
Não entendo o que é que uma mulher, absolutamente independente, com 50 anos, sem filhos a cargo, sente, para se manter ligada a quem não respeitou a sua mínima dignidade...Gostava de entender.
Acreditará que as coisas vão mudar? Confesso que, talvez por ter trabalhado na área criminal 12 anos e, agora, na área da família, não acredito em mudanças, excepto quando os comportamentos violentos são provocadas pelo consumo de álcool ou outras substâncias e o agressor faz , entretanto, tratamento com sucesso.
Estou desolada...não sei o que fazer...é tão errado persistir no que nos faz sofrer...
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Pessoas que nos marcam...

26 de setembro de 2017

De há uns tempos largos para cá tenho umas enxaquecas insuportáveis. Daquelas em que parece que a cabeça vai rebentar e que o mundo todo se uniu para me tramar. Tudo me incomoda.
As coisas chegaram a um ponto tal que pedi ajuda. Por indicação de uma amiga, cujo marido é médico (embora de outra especialidade), marquei consulta para a Dr.ª Raquel Gil Gouveia.
Desde a primeira consulta que fiquei muito bem impressionada com o tratamento humano, afável e competente. Um sorriso confiante e reconfortante. Uma voz doce. Receitou-me uns comprimidos para as crises e outros para profilaxia. Mandou-me fazer alguns exames. Se os comprimidos para as crises foram eficazes, os da profilaxia não só não fizeram diminuir a frequência das crises como me provocaram alguns sintomas, ao ponto de secretamente ter chegado a pensar que estava a ficar com alzheimer (depois de ler "O meu nome é Alice", tudo me parece plausível).
Hoje foi novamente dia de consulta e, novamente sinto um conforto enorme ao falar com ela. Uma proximidade e uma disponibilidade rara nos médicos, pelo menos em termos de experiência própria. Alteramos a profilaxia e vamos fazer mais uma série de exames. A preocupação dela e o facto de se lembrar da minha história, quando me viu uma única vez há mais de 4 meses, deixaram-me bem impressionada, pois que, como me viu numa clínica privada inicialmente e hoje no Hospital da Luz, não tinha o meu processo.
E hoje descobri mais uma série de coisas acerca dela enquanto profissional e, confesso-vos, todo este currículo que me deixou de boca aberta, só me fez admirar ainda mais a forma como aborda dos doentes. Grande mulher! Grande neurologista.
Para os interessados, ver aqui o curriculum daquela que descobri hoje ser Professora Doutora!

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Vai um abracinho???

16 de setembro de 2017

Muitas das pessoas que conheço a nível profissional são muito pouco dadas ao toque, restringindo-o ao essencial aperto do mão, mesmo quando ao fim de muitos anos deixamos de ser apenas colegas e passamos a ser amigos.
Confesso que não concebo a amizade ou o amor sem toque físico, sem abraços e beijinhos.
Tenho por hábito abraçar as minhas filhas , o meu marido, a gata e a cadela. E fico derretida porque a minha MINI mais velha, apesar de estar a entrar na adolescência muitas vezes me abordar com uma frase muito doce "Mãe, vai um abracinho?" Gosto mais de abracinhos do que de beijinhos. Gosto de sentir o calor da pessoa junto a mim.
Pelos vistos devíamos passar a dar mais abraços. Não sei se será cem por cento eficaz mas, "Há várias evidências científicas que mostram que o toque pode proteger as pessoas de vários sintomas", afirma Sheldon Cohen, professor de psicologia da Carnegie Mellon, no estudo. Segundo Cohen, "um abraço por dia é o suficiente" para afastar a gripe.
Vamos lá  fazer alguma coisa pela nossa saúde, sim?
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Nem sempre é fácil...

11 de setembro de 2017

Nem sempre é fácil aceitar com resignação a morte.
Estou triste. Um amigo deixou de estar fisicamente entre nós. Uma referência desde a infância. Um homem bom como conheci poucos! Para os que, como eu, têm fé, apenas deixou de estar à distância de um telefonema, para passar a estar à distância de uma oração, de um pensamento. Perdemos um homem, mas vamos ganhar um santo!

Com ele aprendi a ter uma vista arejada da igreja. Uma Igreja na qual me sinto eu, livre para pensar e com dever de aceitar todos.
Obrigada, Padre António Francisco. Não lhe chamo Dom, porque para mim não há nada mais nobre na igreja que ser padre. E foi enquanto padre que o conheci e o guardei no meu coração. Obrigada por ter abençoado o meu casamento e a vida das minhas filhas!
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Desabafo...

10 de setembro de 2017

Não suponhas. Se for mesmo importante,  pergunta! Este é um dos motes da minha vida. 
Vivi muitos anos sem satisfazer a minha curiosidade sobre alguns aspectos na forma de estar das pessoas em relação a mim e acabava sempre por supor que tinha feito algo de errado às pessoas e que as tinha aborrecido. 
Com a maturidade aprendi a "desligar" um bocadinho, mas continuava na mesma. Algumas atitudes de algumas pessoas muito importantes na minha vida ficavam a "martelar-me" na cabeça e, mesmo que não o admitisse expressamente, acabavam por me perturbar.
Agora não faço isso. Ou me distancio mesmo porque a pessoa não é tão importante para mim, ou esclareço e, mesmo que desiludida, sigo em frente.
Neste momento estou na fase de seguir em frente. Completamente esclarecida em relação aos que realmente me importam.
O esclarecer das coisas faz com que deixe de ter expectativas na minha cabeça acerca das pessoas e aceite as coisas como elas são. Nunca deixem nada por dizer ou esclarecer.






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Isto basta...

12 de maio de 2017

Neste dia de uma profunda emoção misturada com alegria e orgulho (por pertencer a uma igreja que tem como chefe um homem como Francisco)...neste dia em que está entre nós talvez o homem que mais consensos reúne à face da terra...neste dia em que o nosso Presidente da República deu mais uma vez mostras do seu humanismo e da sua simplicidade, apetece-me deixar apenas aqui esta imagem, porque os caracteriza muito bem!


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Só tenho a dizer...Ámen!!!

23 de fevereiro de 2017

"O Papa Francisco criticou alguns membros da Igreja Católica esta quinta-feira, afirmando que é melhor ser ateu do que um dos “muitos católicos" que considera levarem uma vida dupla hipócrita.", in, www.publico.pt  .


Quanto mais leio coisas que escreveu, quanto mais vejo o seu sorriso franco, mais aumenta a minha admiração e gratidão por ele... Tenho algum receio que,  por incomodar muita gente, o possam querer calar. Mas confesso, enquanto católica, tenho muito orgulho nesta figura e penso que o admiraria mesmo que não professássemos a mesma religião.


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Pois é!

27 de dezembro de 2016

Pois é! O carisma, a humildade, a persistência e a força interior valem muito mais que quaisquer técnicas e tácticas. Quando ninguém acreditava, mantiveste-te firme! Admiro muito a tua fé!!! Fernando Santos os meus sinceros parabéns por teres sido eleito o melhor treinador do mundo.
Já agora, obrigada pelas alegrias que nos deste.
 Sorri sempre.




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E chegou...

28 de novembro de 2016

Já que há precisamente uma semana me esqueci de festejar o aniversário do blog, não posso, hoje, dia em que começa o advento, deixar de assinalar o começo da contagem decrescente para o Natal, pondo o template de acordo com a época.
Adoro o Natal, sou viciada no Natal Mas, curiosamente, apenas desde que sou mãe. Ah, e também o era em menina...Não faço a mínima ideia do que vou oferecer ao povo aqui de casa (sim, porque para que conste, só dou presentes às filhotas, marido, pais e 2 amigas especiais), mas tudo se há-de resolver.

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E, pronto!!

20 de novembro de 2016

Mais um fim de semana passou...mais uma semana para começar. Desta vez, com a animação de pensar que a Mixórdia de Temáticas volta às Manhãs da Comercial...Bem sei, bem sei, que não é nenhum grande acontecimento, mas sou uma fã incondicional do Ricardo Araújo Pereira, ou não me conseguisse ele tirar gargalhadas como ninguém!


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Porque é verdade!!

12 de novembro de 2016

"A amizade é o conforto indescritível de nos sentirmos seguros com uma pessoa, sem ser preciso pesar o que se pensa, nem medir o que se diz."
George Eliot

Esta frase tem cada vez mais sentido na minha vida, embora seja cada vez menor o número com de pessoas em relação às quais faz sentido.
Como contei aqui há um mês e tal, reencontrei, ao fim de muitos e muitos anos de desconhecimento de paradeiro, uma grande, grande amiga de infância. Em pouco mais de um mês já nos encontramos quatro vezes, apesar da vida atribulada de cada uma de nós, apesar de cada uma de nós morar num subúrbio de Lisboa, mas, em lados contrários.
Nunca como agora faz sentido dizer que, quem quer arranja tempo, quem não quer arranja desculpas.

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Pessoas...

12 de julho de 2016

Ouve-se em todo o lado comentar, sentimos isso no nosso dia a dia...Sentimos que se torna cada vez mais difícil acreditar nas pessoas, na grandeza das suas almas e dos seus corações...
Mas, de vez em quando, conhecemos pessoas que nos fazem acreditar num mundo melhor, num amor desinteressado e sofrido...pessoas sofredoras mas que não perdem a capacidade de amar.
Conheci uma pessoa, cujo cônjuge teve um desvario numa fase complicada da vida, sendo que desse desvario nasceu uma linda menina que, infelizmente teve o azar de ter uma mãe que a maltrata, que não se importa com ela, que já perdeu para terceiros outros filhos. Pois, correndo, em tribunal um processo pela negligência da mãe à pequena, não obstante ser fruto de uma traição, essa pessoa que eu conheço, lutou até ao fim para que a criança lhe fosse entregue e ao pai porque ama verdadeiramente. Porque lhe quer dar um futuro risonho, com cuidados e mimo...
Eu não sei se teria essa grandeza de alma, de me esquecer que a menina era fruto de uma traição. Mas que estou muito orgulhosa por haver pessoas assim e por ser amiga dela, isso estou.
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O útil ao agradável...

27 de maio de 2016

Desde que me lembro de mim, sempre me lembro de, por influência do meu pai, simpatizar com o Manchester United...Depois casei e continuei com a minha simpatia pelo clube, partilhada pelo meu mais que tudo.
Nunca partilhei com ambos a simpatia que nutro por José Mourinho, que considero um dos melhores, senão mesmo o melhor, malgrado o seu feitio reconhecidamente arrogante (que considero fazer parte do seu charme). Eles sempre embirraram com ele, eu não!
Agora, junto o útil ao agradável: vou ver o Mourinho a treinar um clube que adoro...
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Tinha que dizer isto!!!

12 de maio de 2016

Todos os meus primos e primas do lado materno são médicos...eu fui a única neta que me virei mais para outra área. Não obstante a minha ligação a médicos, tenho a dizer que sempre fui melhor tratada, em todos os meus 5 internamentos (partos incluídos) pelos enfermeiros que pelos médicos. Pelo que hoje, no dia dos enfermeiros, aqui lhes faço a minha vénia!
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Um fenómeno!!!

O Papa Francisco, que eu admiro profundamente, é mesmo um fenómeno de popularidade, quanto a mim merecida.
Virá a Portugal daqui a um ano, no centenário das aparições de Fátima e na cidade já não há camas disponíveis (Fátima tem cerca de 15.000 camas em hotelaria) sendo que, em muitas cidades à volta, como Coimbra, para os dias 12 e 13 de Maio também já quase não há hipótese de reserva, a exactamente um ano de distância.
Espero que o seu programa inclua uma visita a Lisboa, onde, certamente, não irei faltar...Talvez seja das pessoas que mais admiro no mundo e por quem mais carinho tenho!
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Imprensa de m...

17 de fevereiro de 2016

Confesso-vos, mete-me nojo o aproveitamento que estão a fazer da troca de correspondência entre o Papa João Paulo II e a filósofa. Podia ser apenas uma amizade, e é naquilo que eu acredito, uma amizade profunda. No entanto, se não foi, se foi um amor, isto só vem demonstrar que o papa era humano, que cumpriu os votos que fez e vem fazer-nos pensar na necessidade do celibato no seio da igreja...
Agora, só falta, qualquer dia, dizerem que tinha um filho...enfim, jornalismo da treta!
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Uma verdade!

13 de fevereiro de 2016

Diz o Papa Francisco que não existem "mães solteiras" porque mãe é mãe e não um estado civil.
Como eu concordo com ele e como estas palavras aumentam a minha admiração por este homem com uma visão tão cristalina da realidade.

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